segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Porque Sim,o novo livro de Daniel Sampaio



Família. Escola. Política.
Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, «continuo a
acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na
atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos
reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se
privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é
demais salientar a importância de criar proximidade com
quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento
renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível
duradouros».
Família. Escola. Política.
Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, «continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros».
Daniel Sampaio centra as suas obras no quotidiano da família e da escola e tem-se dedicado ao estudo e à intervenção junto de jovens em risco. Dos títulos que publicou, destacam-se Ninguém Morre Sozinho (uma obra de referência sobre o suicídio adolescente), Inventem-se Novos Pais, A Arte da Fuga, Tudo o Que Temos Cá Dentro e Lavrar o Mar. Participa com regularidade em programas de televisão e de rádio e é cronista semanal da revista Pública, do jornal Público. Daniel Sampaio é Professor Catedrático de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Lisboa e tem coordenado, no Hospital de Santa Maria, unidades de intervenção para adolescentes em crise. Em 2008 publicou A Razão dos Avós, um livro oportuno sobre o diálogo entre gerações.

A Mingus Big Band na programação do Seixal Jazz 2009




Lew Soloff (trompete), Alex Sipiagin (trompete), Earl Gardner (trompete), Vicent Herring (saxofones alto), Craig Handy (saxofones alto), Seamus Blake (saxofones tenor e soprano), Wayne Escoffery (saxofones tenor e soprano), Jason Marshall (saxofone barítono), Ku-Umba Frank Lacy (trombone), Andy Hunter (trombone), Earl McIntyre (trombone baixo), David Kikoski (piano), Andy McKee (contrabaixo), Donald Edwards (bateria)
Indiscutivelmente uma das mais brilhantes orquestras de jazz dos EUA, esta é uma orquestra de reportório todo ele com origem no contrabaixista/compositor Charles Mingus. As obras interpretadas no corrente ano resultam de uma combinação inteligente entre reportório descoberto por Sue Mingus, viúva do contrabaixista, nos arquivos do mestre, e temas que se tornaram famosos na discografia de Mingus, particularmente alguns incluídos nos discos “Ah Um”, “Dinasty” e “Blues and Roots”, todos editados em 1959. A Mingus Big Band, na celebração dos 50 anos daquelas obras, é constituída por músicos “mingusianos” de prestígio e alguns mais jovens que sentem o espírito da música do mestre e dominam essa linguagem tão característica que Charles Mingus soube criar.

A Casa das Histórias de Paula Rego.


A Casa das Histórias Paula Rego, o novo equipamento cultural de Cascais, dedicado à pintora portuguesa, residente em Londres, foi inaugurado.
Arquitectado por Eduardo Souto de Moura, o novo equipamente cultural do país, dispõe de um espólio de cerca de 600 obras doadas e emprestadas pela pintora, das quais 200 vão ficar inicialmente expostas ao público e 400 em Reserva.
A exposição está organizada cronologicamente, dividida em quatro grandes zonas temáticas. Na primeira sala encontram-se os trabalhos correspondentes aos dez primeiros anos de carreira de Paula Rego, com obras datadas das décadas de 50 e 60, onde se identificam técnicas mistas com colagem e em que cruzam o statement político com referências da esfera familiar e pessoal da artista.
A área seguinte é dedicada aos anos 80, quando Paula Rego abandona a colagem e se dedica ao figurativismo. A etapa seguinte – 1994 a 2005 – assume como marco a introdução do pastel e abre caminho para obras mais realistas e, simultaneamente teatrais.
No final do percurso expositivo fica a a sala de exposições temporárias, que apresenta até 18 de Março de 2010, um conjunto de obras emprestadas pela Galeria Marlborough, que representante internacionalmente a pintora.
O museu vai estar aberto ao público diariamente, das 10h00 às 22h00 e a entrada é gratuita.
A não perder.

Um pedaço de historia.


Banda desenhada de propaganda americana,” A vida de Franklin Roosevelt”, mais uma aquisição num alfarrabista de Lisboa.
Estamos em plena segunda guerra mundial, e nada está resolvido. A guerra começou em
1 de Setembro de 1939 com a invasão da Polónia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, prolongando-se até 2 de Setembro de 1945.O livro acaba com uma mensagem de esperança. Longe estava o dia da vitória.
Uma boa aquisição, a materialização de um pedaço de história.

João Silva

domingo, 4 de outubro de 2009

Borboleta Vai à Escola





E se de repente a Escola ficasse cheia de dezenas de borboletas de várias cores?
É esse o projecto ,“Borboleta Vai à Escola”, que estou a implementar com as alunas da turma de Acção Educativa da EIPDA.
Assim a Primavera poderá chegar mais cedo.

João Silva

D'jambes ,Projecto 12-15 e a Escola Segura




Alunos do Projecto 12-15 da Escola Intercultural das Profissões da Amadora , convidados a actuar no dia 25 de Setembro com a sua orquestra de D’jambes, na inauguração do ano escolar da Escola Segura.
Os nossos jovens divertiram-se, não deixando de tomar conhecimento com as diversas realidades do dia-a-dia da PSP.
No final uma boa actuação debaixo de um sol muito forte.
O filme da TV Amadora é elucidativo.

http://www.tvamadora.com/Video.aspx?videoid=616
João Silva

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

TV Amadora na homenagem à comunidade educativa, onde foi destinguido o Projecto 12-15





Imagens na TV Amadora da minha homenagem , mas mais importante, a homenagem ao Projecto 12-15.






( Clique para ver as imagens)
João Silva

Projecto 12-15 homenagiado pela CMA




Foi com prazer que recebi da C M da Amadora na pessoa do seu Presidente , a distinção relativa ao meu empenho no projecto 12- 15.
No entanto era impensável no meu discurso de agradecimento, não dedicar o premio a todos os que trabalham no projecto, nomeadamente às Doutoras Neusa Pinto e Helena Silva ,peças fundamentais, ao meu Director Pedagógico, Dr. Luis Agostinho, homem inteligente que me compreendeu e me deu espaço e liberdade, e por fim à grande referência desta escola que é o Eng. Serras, que um dia em conversa me disse:”o que não serve para os meus filhos, também não serve para os filhos dos outros”. Quando um dirigente pensa assim , meio caminho está andado.

Mas mais que tudo isto, foi a homenagem ao Bruno Tavares, melhor aluno do Projecto 12-15, homenagem esta que simboliza o trabalho e a dedicação de quem trabalham nesta nobre causa.

Obrigado a todos

João Silva

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O poema desnecessário de um grande poeta. Antonio Ramos Rosa


Este poema é absolutamente desnecessário
pela simples razão de que poderia nunca ser escrito
e ninguém sentiria a sua falta
Esta é a sua liberdade negativa a sua vacuidade dinâmica
e o movimento da sua abolição a partir do seu vazio inicial
Mas qual é a sua matéria qual o seu horizonte?
Traçará ele uma linha em torno da sua nulidade
e fechar-se-á como uma concha de cabelos ou como um [útero do nada?
Ou será a possibilidade extrema de uma presença inesperada
que surgiria quando chegasse a essa fronteira branca
que já não separaria o ser do nada e no seu esplendor absoluto
revelaria a integridade do ser antes de todas as imagens
a sua violência inaugural a sua volúvel gestação?


António Ramos

Rosain Deambulações Oblíquas

Pontualidade e Empenho.







Foi importante ver a participação da turma de Acção Educativa, empenhada, participativa e a colaborar fortemente na Exposição de Arte Postal,” Educação & Ambiente”. Curioso foi a pontualidade britânica de quase todos os alunos que às 8 e 10 da manhã já trabalhavam afincadamente.
Parabéns à turma.

João Silva

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A pintora Carolina Quirino dá uma ajuda na Arte Postal da EIPDA




Do blogue da Pintora tirei este excerto.
A Mail-Art iniciou-se com a "Correspondance Art School" de Ray Johnson, nos anos 50 do séc. XX. Com origem na revolução científico-industrial e utilizando como meio os correios, a nível universal, foi sinónimo do início de uma ruptura com as tradições artísticas dos movimentos e escolas do início do século e do pós-guerra.
Artistas de movimentos como o Dadaísmo, Futurismo e Surrealismo, nomeadamente, Schwitters e Duchamp, utilizaram-na para divulgar e trocar as suas mensagens e ideias criativas. A sua maior expressão ocorreu nos anos 70 e 80.
Pela primeira vez, esta escola toma a iniciativa de continuar esta manifestação artística e tem como objectivo receber o máximo de postais possível. Não existem quaisquer desculpas para não participar—a liberdade técnica é ilimitada (pintura, escrita, colagem, arte digital,...) que pode ser colocada na frente e verso e estão a fazer renascer um meio de correspondência que aos poucos tem deixado de ser tão utilizado .
O tema é EDUCAÇÃO E AMBIENTE e os postais devem ser remetidos para:
Escola Intercultural das Profissões da Amadora
Av. Dr. José Pontes
Reboleira
2720-206 Amadora
Quaisquer dúvidas consultem http://eipdapostalverde.blogspot.com/
Todas as imagens dos postais recebidos serão colocadas neste mesmo blogue.
Bom trabalho!!

Carolina Quirino

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Projecto 12-15 . Se seduzirmos, ganhamos.







Hoje, começaram as aulas da parte da tarde no Projecto 12-15. Apresentar projectos, conhecer os alunos novos, promover direitos e deveres de cada um, criar empatias. Chegar a uma simples conclusão. SE SOUBERMOS SEDUZIR, GANHAMOS.
Um ano em que se pretende cativar os interesses, promover as amizades, reflectir sobre os problemas.
Agostinho da Silva dizia que qualquer Escola é um templo. Não posso estar mais de acordo, um templo livre com responsabilidade criatividade e instrução.
Servir os ideais desta Escola ,é uma honra.

João Silva

domingo, 20 de setembro de 2009

Museu Ferreira de Castro










Depois de visitar a exposição de Domingos Saraiva visitei o Museu Ferreira de Castro que fica ali a 200 metros da galeria.
O museu homenageia os 50 anos da edição do livro Maravilhas Artísticas do Mundo.
Instalado em plena Vila Velha, no Casal de Santo António, contêm o espólio particular, literário e artístico do grande romancista português José Maria Ferreira de Castro (1898-1974). Numa visita a este espaço moseográfico, pode-se contactar directamente com a obra do escritor, quer nos originais quer nas publicações mais significativas; com obras de muitos outros artístas seus contemporâneos a ele dedicadas; e ainda com a recriação do gabinete de trabalho de Ferreira de Castro.
Curioso é um enorme volume de várias cartas, a que chamou cartas femeninas , algumas delas segundo consta ,de caris erótico ou amoroso, que o escritor selou, e como está escrito pelo punho do próprio. Só poderá ser aberto aos 50 anos após a morte.

João Silva

Homenagem a Domingos Saraiva



Foi com um enorme prazer que fui este fim-de-semana a Sintra ,à exposição homenagem a Mestre Domingos Saraiva.
Conheci Domingos Saraiva por volta dos meus 16 anos, e logo me tornei amigo da família e muito especialmente de seu filho, o Pintor Pedro Saraiva, amizade essa que dura até aos dias de hoje. Portanto foi com emoção que ontem vivi e revi algumas peças da pintura do Mestre, e ao mesmo tempo toda aquela família.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Revista O Mundo Portugues


Adquiri o nº 61 de Janeiro de 1939 da revista O Mundo Português. Revista de cultura e propaganda de arte e literatura coloniais.

Publicada entre 1934 e 1947, a revista O Mundo Português tinha edição conjunta da Agência Geral das Colónias e do Secretariado da Propaganda Nacional (SPN; a partir de 1944, SNI).
A primeira instituição havia sido criada em 1924 (e refundada por decretos de Março e Dezembro de 1932) e a segunda em 1933, ano em que a nova constituição veio consolidar juridicamente o Estado Novo de António de Oliveira Salazar (1889-1970).
Esta revista traduzia claramente a política do regime sobre a recuperação do conceito de império colonial, sendo um dos principais veículos de propaganda do africanismo e dos africanistas. Obviamente, teve ainda papel primordial na divulgação e promoção da Exposição Colonial do Porto, em 1934.
A propaganda, tal como era entendida pelo director do SPN, António Ferro (1895-1956), deveria utilizar e promover também a arte e a literatura, pelo que esta revista apresentou desde o seu início diversa colaboração literária, quer de africanistas quer de autores naturais das colónias.