terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Alberto Korda em Lisboa - Conhecido / Desconhecido


AS MUITAS FACES DE ALBERTO KORDAO cubano Alberto Díaz Gutiérrez, “Korda” (Havana, 1928 – Paris, 2001) será sempre, e acima de tudo, o autor da fotografia de Che Guevara – intitulada “Guerrilheiro Heróico” – que serviu de símbolo a gerações e conheceu milhares de declinações ao longo de décadas. Desse instantâneo já pouco mais se conserva do que uma imagem saturada de sentidos alheios ao seu contexto original: a Revolução Cubana.
De resto, e aos olhos do grande público, a obra de Korda resume-se ao testemunho político, pautado por algumas imagens iconográficas.A exposição Korda, Conhecido Desconhecido exibe 200 fotografias, na sua maioria inéditas, seleccionadas de entre milhares de fotogramas do autor e retiradas de arquivos pessoais de vários amigos e colaboradores. Com ela, pretende-se revisitar uma década na vida e na carreira do fotógrafo (1956-1968), abrangendo temas tão diversos como a moda, o povo, a mulher, o mar e, naturalmente, a Revolução cubana e os seus líderes.
Nas palavras de Cristina Vives, comissária da exposição, esta exposição “percorre a história de Korda e excluí intencionalmente as suas fotografias mais conhecidas, que se tornaram em lugar-comum ao se falar da sua obra”.
Desta forma coloca-se a tónica no talento e na versatilidade de Korda, que foi, efectivamente, muito mais do que um cronista da Revolução, tendo visto a sua produção fotográfica exposta nas principais galerias americanas e europeias.
A EXPOSIÇÃO KORDA, CONHECIDO DESCONHECIDO EM LISBOA
Durante dois meses, na Galeria Torreão Nascente, no edifício da Cordoaria Nacional, estará patente o génio de Korda. Uma selecção de fotografias nunca antes exibidas, algumas desconhecidas desde 1968, ano em que as autoridades cubanas confiscaram os Studios Korda, levando à perda da maior parte dos seus arquivos.
A exposição Korda, Conhecido Desconhecido, que visa libertar o fotógrafo “do peso de uma fotografia”, revelando um artista complexo e original, é fruto de um longo e intenso trabalho de pesquisa que originou um livro/ catálogo da editora Steidl. Um trabalho gratificante que é agora partilhado com o público, numa oportunidade rara, entre 2 de Dezembro e 31 de Janeiro.
A não perder,sem desculpas.
João Silva

Uma ideia brilhante de uma Helena brilhante.




Uma ideia brilhante foi a que teve a minha colega psicóloga Helena Silva na organização da Festa dos Pais, que decorreu na passada quarta feira no Projecto 12-15 na Reboleira.
Cada vez é necessária construir mais pontes entre a família e a Escola,pontes essas tão bem contruidas no dia a dia pela nossa incansavel Anabela, e foi nessa perspectiva que se organizou o referido encontro, com os pais a aparecerem mesmo num dia de muita chuva.
Ao chegarem ao pavilhão onde foi organizado o convívio, depararam com uma exposição de fotos das caras de todos os alunos, expressões que tão bem conhecemos , e que estavam ali representadas para delícia dos familiares.
Depois uma pequena amostra das actividades produzidas pelos formadores. Orquestras de Djambes, demonstração de capoeira, os trabalhos de cerâmica, a dança a informática, são algumas das actividades que foram apresentadas.
No final um lanche para todos, onde se conviveu e trocou impressões, para nos conhecermos melhor.
Parabéns Helena , parabens a todos.
João Silva

Pinta Pinta Recomeço.


Os meus alunos da Associação Recomeço participaram activamente na exposição da Semana Cultural, organizado pela CMA.
Trabalhos produzidos nas aulas, que se pertence que seja um espaço de ampla liberdade. Depois desta exposição, os alunos preparam outra a apresentar no Hospital Fernando Fonseca.
Parabéns a todos

João Silva

domingo, 29 de novembro de 2009

Nesta tela quero ter... Unidade e diversidade na EIPDA


E depois de duas noites de musica, estar no Sábado às 9 da manhã para montar o trabalho produzido por todos os intervenientes na Escola das Profissões. Um trabalho colectivo que pertence evocar a unidade e a diversidade que caracteriza a nossa Escola.
A colaboração do Helder Salsinha foi indispensável, aberto a ideias novas, o Helder foi fundamental.
O trabalho está feito. Esperemos pela inauguração.
O meu agradecimento a todos os criadores ,espero que gostem do produto final.

João Silva


Foi assim ...

Nesta tela quero ter…

Todos nós somos seres excepcionais na medida em que somos únicos e irrepetíveis. Como seres únicos, somos também seres criativos, uns com a sua criatividade mais à flor da pele, outros com a chamada veia artística mais escondida. Não interessa se somos artistas experimentados ou se nunca tomamos contacto com esta realidade de pegar num pincel ou em qualquer outro material de artes plásticas. O que interessa de facto é participar de maneira descontraída, alegre e participativa.
No âmbito do 10º aniversário da Nossa Escola, resolvemos organizar uma pintura gigante composta por cada um de nós. Cada um receberá uma pequena tela quadrada ou rectangular onde o objectivo é cada um expressar-se da maneira que quiser, onde quiser e como quiser.
Para se entender melhor o que se pretende, talvez esta quadra de Agostinho da Silva resuma de maneira sublime esta nossa actividade que pretende eternizar um pedacinho de cada um de nós.

Nesta vida quero terPé firme em leve dançaCom todo o saber de adultoTodo o brincar de criança
Substituímos a palavra vida, pela palavra tela, e o resultado aparece.

Nesta tela quero ter
Pé firme em leve dança
Com todo o saber de adulto
Todo o brincar de criança

Peça um lápis e tintas aos seus filhos, ao seu amigo que pinta, ao seu vizinho, escreva um poema, desenhe, entre no abstracto, no figurativo no universo que desejar, você é livre!
“Revolte-se”, “inquiete-se”, acorde! dê largas à sua imaginação sem complexos. Ninguém está à espera que produza uma obra-prima, pois o mais importante é não deixar morrer a criança que tem dentro de si.
Por fim, o mais importante é juntar as partes, ou seja, o seu trabalho, ao todo e, dessa junção criaremos o Nosso Todo, a NOSSA tela gigante.
Juntos, simbolicamente, vamos homenagear a diversidade e a unidade que caracteriza esta Escola, com o dia-a-dia de todos nós.
Os trabalhos deverão ser entregues até dia 15 de Novembro na recepção da Escola.
Para mais informações, favor, contactar João Silva através do seguinte número: 96 4148693.
15-09-09

Virgílio Domingues ,o Jazz ,e a noite dos poetas.



Foi com prazer que actuei na passada Sexta feira na Galeria Municipal Artur Bual na Amadora ,na exposição homenagem a Virgilio Domingues.
Uma noite de excelentes musicos com quem tenho o prazer de tocar ,de poetas ,de pintores e escultores.
Virgílio Domingues apresenta "Os Antimonumentos".
Inaugura no dia 27 de Novembro, pelas 21.30 horas, na Galeria Municipal Artur Bual, a exposição de escultura de Virgílio Domingues, Os Antimonumentos.
Virgílio Domingues é um dos maiores nomes da escultura nacional. Com um percurso artístico marcadamente inovador e, muitas vezes, contra-corrente, o escultor apresenta na Amadora um vasto leque de obras dignas de serem demoradamente apreciadas.
A inauguração será acompanhada de:
Intervenção sobre a obra do Escultor Virgílio Domingues, a cargo de Rui-Mário Gonçalves e Manuel Augusto Araújo
Haverá ainda lugar a um café-concerto, com:- Quarteto Vitaminas – “Uma Noite de Jazz Clássico”- João Silva, Jorge Costa, Vitor Paulo, Luís Maravilhas e convidado especial Carlos Sanches.
Virgílio Augusto Domingues• Nasceu em Lisboa em 1932• Diplomado em Escultura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa• Foi, durante vários anos, membro da direcção da S.N.B.A. • Bolseiro, em 1958, da Fundação Gulbenkian• Foi-lhe atribuído em 1962, o prémio de Escultura Soares dos Reis• Foi premiado no concurso para a decoração do maciço de amarração da Ponte sobre o Tejo • Esteve representado no Pavilhão Português da Exposição Comemorativa do IV Centenário do Rio do Janeiro• Tem trabalhos públicos, entre outros, no Palácio da Justiça de Lisboa, na Faculdade de Engenharia de Coimbra, na Praça de Portugal em Setúbal etc.
A visitar na Galeria Municipal.

Sons da Gente,Musidanças,Rui Junior e a magia de uma noite.



Quita feira passada, uma actuação com os Sons da Gente na utópica sala de espectáculos, O Tambor Q Fala, sede dos Toca a Rufar, e ter o prazer de jantar e estar à conversa com o mentor e visionário deste projecto, Rui Júnior .
“Rui Júnior, considerado o melhor percussionista Português, reúne o seu clã num projecto onde se pode ouvir a maturidade da percussão Portuguesa. Fundado em 1981, o “o Ó que som tem?”, é uma referência no panorama e história da música em Portugal pelo trabalho pioneiro de criação e reinvenção no âmbito da percussão, possuindo uma linguagem musical única”.

Numa sala rodeado por tambores das mais variadas regiões do mundo ,foi um prazer abrir o Festival Musidanças , organizado e inventado pelo meu amigo Firmino Pascual .

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Mar e a Educação&Ambiente




Um dos temas da exposição de Arte Postal “Educação & Ambiente” ,a realizar no próximo mês de Maio na Casa Museu Roque Gameiro é dedicado ao Mar.
Os alunos do Projecto 12-15 , depois de pesquisarem na Net através dos quadros interactivos que tem na sala de aula ,estão agora a materializar as imagens relacionadas com o mar e com as espécies que o habitam.
Aulas cheias de curiosidade, com um mundo que equivale a 2/3 do planeta.
Parabéns aos alunos empenhados, e aos que inicialmente renitentes ,já entraram na onda.

João Silva