terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Serpa - Museu do Relogio e Molha o Bico



Ir a Serpa visitar o extraordinário Museu do Relogio, e almoçar ali mesmo ao lado no" Molha o Bico".
A história do Museu do Relógio começou há 35 anos, quando António Tavares d ’Almeida, o principal dinamizador deste espaço herdou dos seus avós três relógios de bolso avariados.
A partir de então, este coleccionador procurou relógios por todo o país, com vista ao restauro e ao aumento do espólio da colecção. Nos últimos anos, perto de 300 relógios avariados foram doados ao Museu em que com a colaboração dos seus Mestres relojoeiros são recuperados e mostrados ao público.
António Tavares d ’Almeida continua a dedicar-se ao Museu, procurando dar vida não só aos seus relógios mas também a todos os relógios que lhe são doados, que já atrairam mais de 300 mil visitantes ao Museu.
Um espólio de mais de 1.800 relógios desde o Séc. XVII até aos dias de hoje que já atraiu até aos dias de hoje mais de 300.000 visitantes a Serpa e consequentemente ao Alentejo.
LOCALIZAÇÃO: O Museu do Relógio é único do seu género em toda a Península Ibérica (Cinco em todo o Mundo!) e está instalado em dez salas de um Convento do Séc. XVI. em pleno centro histórico da Notável Cidade de Serpa (190km Lisboa, 100km Évora, 28km Beja, 29km Espanha).
O Molha o Bico
Típica casa alentejana, com paredes caiadas e o traço amarelo a colorir a fachada. No interior, calçada portuguesa no chão e meio metro de parede em tijolo perto do tecto. Decorado à moda alentejana, não faltam as mesas corridas nem as grandes talhas de barro. Mas se o ambiente é rústico, interessa esclarecer que alguns apontamentos decorativos fogem a esta tendência, introduzindo alguma originalidade ao espaço e jogando com as expectativas daqueles que por aqui passam. A comida, essa, é regional, do mais tradicional possível (sem espaço para manobras) e as meias doses vêm tão bem servidas que ainda sobra. No capítulo dos vinhos, a selecção é bem cuidada.

O Menir e a Cromeleque dos Almendres.


O Menir dos Almendres e o Recinto Megalitico dos Almendres estão separa dos por cerca de 2000metros.
O Menir do Monte dos Almendres, de origem neolítica e com cerca de seis mil anos, é um grande menir isolado que está situado a cerca de dois quilómetros do Cromeleque dos Almendres. O menir, assim como o cromeleque, fica e na região de Évora. O menir, de granito e com cerca de três metros de altura, pesa cerca de dez toneladas.Tanto pode representar o chefe de uma tribo, como ser um símbolo de fertilidade ou até, simplesmente, um marco para delimitar território. A parte de cima está decorada com algumas gravuras de significado desconhecido. Lendas locais referem que o Menir dos Almendres será o túmulo de uma princesa moura.O Menir dos Almendres foi considerado Imóvel de Interesse Público.

O Cromeleque dos Almendres (c0njunto de menires) situa-se próximo de uma encosta suave, voltada a nascente, com 413m de altitude, a 1250m a sudoeste do Monte dos Almendres, e a cerca de 12 Km a poente de Évora.Este monumento megalítico no seu início constituido por mais de uma centena de monólitos é na sua forma actual, o resultado de uma longa evolução funcional e construtiva processada a partir de finais do VI milénio, principios do V milénio, e que se desenrolou até ao começo do III milénio a.C., reflectindo as transformações económicas, sociais e ideológicas então ocorridas. A descoberta deste monumento ocorreu em 1964, por intermédio de Henrique Leonor Pina, aquando dos trabalhos de campo da Carta Geológica de Portugal. Aquele arqueólogo efectuou sondagens onde foram recolhidos fragmentos de cerâmicas e um machado de pedra polida, ainda não publicados. Publicados foram a planta do recinto, bem como fotografias do mesmo e um menir decorado com representações solares e descoberto em 96, bem como outro que ostentava covinhas. Três campanhas de escavação levaram à definição das várias fases de construção do monumento ao longo da sua vida útil. Podemos considerar em termos evolutivos, o Cromeleque dos Almendres como dividido em três fases: a primeira do Neolítico Antigo Médio, a segunda do Neolítico Médio e a terceira do Neolítico Final.

ALENTEJO,O PRAZER DO SILÊNCIO.





Um fim-de-semana prolongado no Alentejo.
Évora, Serpa, Arraiolos e Moura, três dias de cultura, historia e gastronomia, a convite do Hotel Santa Clara em Évora, por ter ganho com a frase, “ALENTEJO, O PRAZER DO SILÊNCIO”, o premio publicitário criado por esta instituição hoteleira.

Polaris no Forum Picoas



A convite do pintor Nuno Quaresma, foi com prazer que participei com o meu trabalho “Alcácer Quibir” na exposição Polaris inaugurada na passada sexta feira, e que decorre no Espaço Fórum Picoas em Lisboa.

“O Presidente da Direcção da AFID - Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa com Deficiência, Domingos Rosa, e a Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação das Pessoas com Deficiência, Alexandra Pimenta, por ocasião da Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, têm a honra de convidar V. Exa. para a Inauguração da Exposição Polaris, que terá lugar no dia 4 de Dezembro, às 18h, no Edíficio Portugal Telecom, Fórum Picoas, Lisboa. Durante o Porto de Honra será feito o lançamento do Espumante Quinta do Cardo, com exemplares únicos pintados pelos Autores Fundação afid Diferença, e uma prova especial da selecção de vinhos Companhia das Quintas.”

Esta cerimónia conta com a presença de Sua Excelência, a Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz .

A exposição estará patente ao Público até ao dia 13 de Dezembro, entre as 9.00h e as 18.00h.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Alberto Korda em Lisboa - Conhecido / Desconhecido


AS MUITAS FACES DE ALBERTO KORDAO cubano Alberto Díaz Gutiérrez, “Korda” (Havana, 1928 – Paris, 2001) será sempre, e acima de tudo, o autor da fotografia de Che Guevara – intitulada “Guerrilheiro Heróico” – que serviu de símbolo a gerações e conheceu milhares de declinações ao longo de décadas. Desse instantâneo já pouco mais se conserva do que uma imagem saturada de sentidos alheios ao seu contexto original: a Revolução Cubana.
De resto, e aos olhos do grande público, a obra de Korda resume-se ao testemunho político, pautado por algumas imagens iconográficas.A exposição Korda, Conhecido Desconhecido exibe 200 fotografias, na sua maioria inéditas, seleccionadas de entre milhares de fotogramas do autor e retiradas de arquivos pessoais de vários amigos e colaboradores. Com ela, pretende-se revisitar uma década na vida e na carreira do fotógrafo (1956-1968), abrangendo temas tão diversos como a moda, o povo, a mulher, o mar e, naturalmente, a Revolução cubana e os seus líderes.
Nas palavras de Cristina Vives, comissária da exposição, esta exposição “percorre a história de Korda e excluí intencionalmente as suas fotografias mais conhecidas, que se tornaram em lugar-comum ao se falar da sua obra”.
Desta forma coloca-se a tónica no talento e na versatilidade de Korda, que foi, efectivamente, muito mais do que um cronista da Revolução, tendo visto a sua produção fotográfica exposta nas principais galerias americanas e europeias.
A EXPOSIÇÃO KORDA, CONHECIDO DESCONHECIDO EM LISBOA
Durante dois meses, na Galeria Torreão Nascente, no edifício da Cordoaria Nacional, estará patente o génio de Korda. Uma selecção de fotografias nunca antes exibidas, algumas desconhecidas desde 1968, ano em que as autoridades cubanas confiscaram os Studios Korda, levando à perda da maior parte dos seus arquivos.
A exposição Korda, Conhecido Desconhecido, que visa libertar o fotógrafo “do peso de uma fotografia”, revelando um artista complexo e original, é fruto de um longo e intenso trabalho de pesquisa que originou um livro/ catálogo da editora Steidl. Um trabalho gratificante que é agora partilhado com o público, numa oportunidade rara, entre 2 de Dezembro e 31 de Janeiro.
A não perder,sem desculpas.
João Silva

Uma ideia brilhante de uma Helena brilhante.




Uma ideia brilhante foi a que teve a minha colega psicóloga Helena Silva na organização da Festa dos Pais, que decorreu na passada quarta feira no Projecto 12-15 na Reboleira.
Cada vez é necessária construir mais pontes entre a família e a Escola,pontes essas tão bem contruidas no dia a dia pela nossa incansavel Anabela, e foi nessa perspectiva que se organizou o referido encontro, com os pais a aparecerem mesmo num dia de muita chuva.
Ao chegarem ao pavilhão onde foi organizado o convívio, depararam com uma exposição de fotos das caras de todos os alunos, expressões que tão bem conhecemos , e que estavam ali representadas para delícia dos familiares.
Depois uma pequena amostra das actividades produzidas pelos formadores. Orquestras de Djambes, demonstração de capoeira, os trabalhos de cerâmica, a dança a informática, são algumas das actividades que foram apresentadas.
No final um lanche para todos, onde se conviveu e trocou impressões, para nos conhecermos melhor.
Parabéns Helena , parabens a todos.
João Silva

Pinta Pinta Recomeço.


Os meus alunos da Associação Recomeço participaram activamente na exposição da Semana Cultural, organizado pela CMA.
Trabalhos produzidos nas aulas, que se pertence que seja um espaço de ampla liberdade. Depois desta exposição, os alunos preparam outra a apresentar no Hospital Fernando Fonseca.
Parabéns a todos

João Silva

domingo, 29 de novembro de 2009

Nesta tela quero ter... Unidade e diversidade na EIPDA


E depois de duas noites de musica, estar no Sábado às 9 da manhã para montar o trabalho produzido por todos os intervenientes na Escola das Profissões. Um trabalho colectivo que pertence evocar a unidade e a diversidade que caracteriza a nossa Escola.
A colaboração do Helder Salsinha foi indispensável, aberto a ideias novas, o Helder foi fundamental.
O trabalho está feito. Esperemos pela inauguração.
O meu agradecimento a todos os criadores ,espero que gostem do produto final.

João Silva


Foi assim ...

Nesta tela quero ter…

Todos nós somos seres excepcionais na medida em que somos únicos e irrepetíveis. Como seres únicos, somos também seres criativos, uns com a sua criatividade mais à flor da pele, outros com a chamada veia artística mais escondida. Não interessa se somos artistas experimentados ou se nunca tomamos contacto com esta realidade de pegar num pincel ou em qualquer outro material de artes plásticas. O que interessa de facto é participar de maneira descontraída, alegre e participativa.
No âmbito do 10º aniversário da Nossa Escola, resolvemos organizar uma pintura gigante composta por cada um de nós. Cada um receberá uma pequena tela quadrada ou rectangular onde o objectivo é cada um expressar-se da maneira que quiser, onde quiser e como quiser.
Para se entender melhor o que se pretende, talvez esta quadra de Agostinho da Silva resuma de maneira sublime esta nossa actividade que pretende eternizar um pedacinho de cada um de nós.

Nesta vida quero terPé firme em leve dançaCom todo o saber de adultoTodo o brincar de criança
Substituímos a palavra vida, pela palavra tela, e o resultado aparece.

Nesta tela quero ter
Pé firme em leve dança
Com todo o saber de adulto
Todo o brincar de criança

Peça um lápis e tintas aos seus filhos, ao seu amigo que pinta, ao seu vizinho, escreva um poema, desenhe, entre no abstracto, no figurativo no universo que desejar, você é livre!
“Revolte-se”, “inquiete-se”, acorde! dê largas à sua imaginação sem complexos. Ninguém está à espera que produza uma obra-prima, pois o mais importante é não deixar morrer a criança que tem dentro de si.
Por fim, o mais importante é juntar as partes, ou seja, o seu trabalho, ao todo e, dessa junção criaremos o Nosso Todo, a NOSSA tela gigante.
Juntos, simbolicamente, vamos homenagear a diversidade e a unidade que caracteriza esta Escola, com o dia-a-dia de todos nós.
Os trabalhos deverão ser entregues até dia 15 de Novembro na recepção da Escola.
Para mais informações, favor, contactar João Silva através do seguinte número: 96 4148693.
15-09-09