domingo, 20 de dezembro de 2009

Os Djambes do Projecto 12-15 actuam na Cais em Lisboa.





A orquestra de Djambes do Projecto 12-15 da Escola Intercultural das Profissões da Amadora actuou no passado dia 17, quinta feira no palco que a Cais montou no Martim Moniz em Lisboa para cumprir o projecto Pão para Todos.
Durante este evento que durou 7 dias, foram distribuídos cerca de 10000 pães por dia. Nos sacos de distribuição estava impresso o programa dos artistas que participaram no evento. Destaca-se entre outros: Sons da Gente, Mafalda Arnauth, La Cura companhia de dança, Nuno Costa Jazz Trio, Kompanhia Algazarra e entre estes a nossa Orquestra de Djambes.
Entre sacos, jornais, revistas e a publicidade espalhada pela cidade o nome do Projecto 12-15 e da Escola foi divulgado vários milhares de vezes.
Os alunos mostraram um elevado grau de responsabilidade, os músicos e as bailarinas cumpriram e deram uma boa imagem da nossa Escola.
Parabéns aos alunos e a toda a equipe que trabalhou para que este êxito fosse possível.

João Silva

domingo, 13 de dezembro de 2009

A Orquestra de Djambes do Projecto 12-15 em alta...


E para que duvidas não houvesse, foi um prazer passar no Sábado na festa da Cais no Martim Moniz em Lisboa, e dar com um enorme cartaz em que a Orquestra de Djambes do Projecto 12-15 da Escola Intercultural das Profissões da Amadora, faz parte do elenco do espectáculo de Natal.
Soube depois que o anuncio foi divulgado intensamente nos órgãos de informação e em diversos outdoors espalhados pela cidade.
Longe vão os tempos em que os alunos enfiavam os tambores nas cabeças uns dos outros ,tornando as aulas quase impraticáveis.
João Silva

João Silva

Orquestra de Djambes do Projecto 12-15 no caminho do exito.




Uma brilhante actuação da Orquestra de Djambes do Projecto 12-15 ,que decorreu ontem na AFID, Quinta do Paraíso.
Notável a actuação destes alunos que levaram os espectadores a participar intensamente no espectáculo.
No final cada um recebeu uma prenda, e a nossa Escola agraciada com a oferta de uma medalha da Instituição AFID.
Tudo acabou com um extraordinário lanche cheio de guloseimas oferecido aos brilhantes músicos.

Parabéns aos artistas.

João Silva

Pais Natais no Projecto 12-15


Cada aluno do projecto 12-15 participou no Natal da sua escola com a criação de um pai natal.
Depois de acabados, foram colocados nas paredes exteriores , dando a ideia de um coro de Natal, levando o nosso imaginário para as mais belas canções.

Por fim a foto de família ,embora incompleta.

João Silva

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Silêncio,concentração e realização foi a resposta destes maravilhosos alunos.







É com muito orgulho e alguma emoção que vejo que o projecto “Garrafa Pintada ” está a chegar ao fim. Os alunos do Projecto 12-15 têm sido brilhantes, com o seu rigor e paz de espírito que é preciso para trabalhar com tintas de óleo, numa pintura que tem muito pouca margem para enganos.
Ao principio o medo de falharmos. Como vão estes alunos que transbordam energia, achar momentos de calma para se dedicarem na concentração da pintura.
Ao segundo dia estou admirado, aulas de silêncio e mais silêncio, o prazer da realização está ali em todo o seu esplendor, o trabalho acabado e o olhos a brilhar quando dizem,”fui eu que fiz”.
Estes trabalhos destinam-se a ser oferecidos pela Direcção desta Escola a entidades que apoiam os nossos projectos.
Hoje no final da aula o Fábio virou-se para mim e perguntou: Stor quero saber quem é a pessoa a quem vão entregar isto, o meu trabalho não pode ir para um gajo qualquer. Gajo retorqui ,são os senhores que apoiam a Escola - está bem,está bem , mas eu quero saber quem são.
Boa ideia, vou propor que a entrega seja feita também com um representante dos alunos.
Aqui neste Projecto estamos sempre a aprender.

João Silva

Uma visita ao Fluviario de Mora


O Fluviário de Mora é um espaço recente que valoriza a Fauna e a Flora da Região Alentejana. Encontra-se integrado no Parque Ecológico do Gameiro, que é banhado pela Ribeira do Raia. Neste local os visitantes podem banhar-se nas águas da Ribeira, acampar, praticar desporto, ou simplesmente observar a arquitectura arrojada do Fluviário enquanto param para comer.
Tem por base um percurso sobre o mundo aquático, constituindo um museu vivo da história hidrográfica do Alentejo.
Numa abordagem intimista, proporciona aos seus visitantes encontros directos com alguns dos peixes que povoam a imaginação das crianças mas também dos adultos, oferecendo assim uma experiência próxima aos próprios animais.
O Fluviário transporta o visitante numa viagem pelo percurso de um rio, que começa na nascente da água, nos pontos mais altos das montanhas, passando pelos rios que albergam as espécies introduzidas pelo Homem e as espécies nativas, até chegar ao Oceano.

O Castelo de Arraiolos

Uma visita ao Castelo depois de visitar a pacata vila de Arraiolos.
A idéia de fortificação deste local remonta à doação da chamada herdade de Arraiolos feita por D. Afonso II (1211-1223) a D. Soeiro, bispo de Évora, com a permissão para que nela se erguesse um castelo (1217).
Com o adensamento do povoamento, uma nova determinação para o levantamento de uma defesa remonta a um contrato, firmado entre o rei
D. Dinis (1279-1325), o Alcaide, os Juízes e o Concelho da Vila de Arraiolos (1305), que estipulava a obrigação de levantar, em torno da povoação, "207 braças de muro, de três braças de alto e uma braça de largo; e a fazer no dito muro dous portaes dárco com suas portas, e com dous cubellos quadrados em cada uma porta".
Essas obras foram iniciadas em
1306, com uma verba de 2.000 libras concedidas pelo monarca, e traça de autoria de D. João Simão. Dessa forma, em 1310, ano em que o soberano confirmou a Carta de Foral, (...) a obra estava pronta de pedra e cal e em boa defesa, edificada num monte de configuração cónica, elevado sobre todos os vizinhos e pitorescamente coroado, no vértice, pela antiquíssima Igreja Matriz do Salvador.
O
castelo começou a sofrer abandono a partir do século XIV, por ser um local ventoso, frio, reputado como desagradável para se habitar. O rei D. Fernando (1367-1383) tentou dar remédio a essa situação concedendo privilégios especiais aos seus habitantes (1371). Essas medidas, entretanto, se revelaram inúteis, pois nem o fechar das portas à noite, privando dos sacramentos os moradores de fora, conseguiu impedir o despovoamento da fortificação.
Após o desfecho da
crise de 1383-1385, os domínios da vila e seu castelo foram doados ao Condestável D. Nuno Álvares Pereira (1387), agraciado com o título de Conde de Arraiolos. Entre 1385 e 1390, daqui partiram diversas expedições militares do Condestável contra Castela.