

As antigas linhas de Nasca do Peru revelam os seus segredos. Texto de Stephen S. Hall Fotografias de Robert Clark
Do avião, as linhas gravadas no solo do deserto eram difíceis de ver. Enquanto o piloto descrevia curvas apertadas sobre um planalto desértico no Sul do Peru, a norte da cidade de Nasca, eu mal conseguia distinguir a sucessão de criaturas talhadas no solo. “Orca!”, gritou o arqueólogo peruano Johny Isla, sobrepondo a voz ao rugido do motor. Apontou para a forma de uma baleia- assassina. “Mono!”, disse momentos mais tarde, quando o famoso macaco nasca se perfilou sob os nossos olhos. “Beija- flor!”, acrescentou depois.Leia a reportagem completa na revista de Março da National Geographic.
Do avião, as linhas gravadas no solo do deserto eram difíceis de ver. Enquanto o piloto descrevia curvas apertadas sobre um planalto desértico no Sul do Peru, a norte da cidade de Nasca, eu mal conseguia distinguir a sucessão de criaturas talhadas no solo. “Orca!”, gritou o arqueólogo peruano Johny Isla, sobrepondo a voz ao rugido do motor. Apontou para a forma de uma baleia- assassina. “Mono!”, disse momentos mais tarde, quando o famoso macaco nasca se perfilou sob os nossos olhos. “Beija- flor!”, acrescentou depois.Leia a reportagem completa na revista de Março da National Geographic.








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A cidade de cartão dos alunos do Projecto 12-15 continua a crescer. Em breve vamos conseguir atingir as 1000 peças feitas em sala de aula. Os alunos têm mostrado uma afeição enorme a esta obra conjunta, sendo eles que a protegem diariamente, não dando hipótese a qualquer tipo de vandalismo.

















