Um momento muito importante para os alunos.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Karate na Escola Intercultural
Um momento muito importante para os alunos.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Winston Churchill ,uma figura mítica .Churchill nunca chamou a atenção a um subalterno em público.



Primeiro ministro britânico, de 1940 a 1945 e de 1951 a 1955, foi quem dirigiu a Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial.
Nasceu no Palácio de Blenheim, em Woodstock, no Oxfordshire, em 30 de Novembro de 1874;
morreu em Londres em 24 de Janeiro de 1965.
Era filho de Lord Randolph Churchill e da sua mulher americana Jennie Jerome. Após ter acabado o curso na Academia Militar de Sandhurst e ter servido como oficial subalterno, de 1895 a 1899, no regimento de Hussardos n.º 4, foi correspondente de guerra em Cuba, na Índia e na África do Sul. Durante a guerra dos Boers, de quem foi prisioneiro, protagonizou uma fuga que o tornou mundialmente conhecido, e de que relatou as peripécias no seu livro De Londres a Ladysmith. Churchill entrou para a política como Conservador, tendo sido eleito deputado em 1900, mas em 1904 rompeu com o Partido devido à política social dos Conservadores.
Aderiu ao Partido Liberal e em 1906, tendo sido eleito deputado, foi convidado para o Governo, ocupando primeiro o cargo de Sub-Secretário de Estado para as Colónias, mais tarde, em 1908, a pasta de Presidente da Junta de Comércio (Board of Trade).Após as eleições de 1910 foi transferido para o Ministério do Interior, e finalmente foi nomeado, em Outubro de 1911, Primeiro Lorde do Almirantado, onde impôs uma política de reforço e modernização da Marinha de Guerra britânica.
Pediu a demissão em plena Primeira Guerra Mundial, devido ao falhanço da expedição britânica aos Dardanelos, na Turquia, de que tinha sido o principal promotor. Alistou-se no exército, e comandou um batalhão do regimento «Royal Scots Fusiliers» na frente ocidental. Regressou ao Parlamento em 1916, regressando a funções governamentais no último ano de guerra, como ministro das munições.
Após o fim da Primeira Guerra Mundial, Churchill foi-se tornando cada vez mais conservador, continuando a participar activamente na política, como Ministro da Guerra (1919-1921) e Ministro das Colónias (1921-1922) em governos liberais. Em 1924 regressou ao Partido Conservador, sendo nomeado Ministro das Finanças (1924-1929) no governo conservador de Stanley Baldwin. Não participou em nenhum governo, de 1929 a 1939, mas continuou a ser eleito para o Parlamento, onde advertiu incessantemente do perigo que Hitler representava para a Paz.
Em 1939 foi nomeado novamente Primeiro Lorde do Almirantado, e em 1940, no dia em que a Alemanha começou a ofensiva a Ocidente, invadindo a Holanda, a Bélgica, o Luxemburgo e a França, foi nomeado Primeiro Ministro. Fez com que o seu país resistisse às derrotas dessa Primavera de 1940, e ao desaparecimento de todos os seus aliados ocidentais, da Noruega à França, e dirigiu-o durante a Batalha de Inglaterra. Finalmente, aliado à União Soviética, desde o primeiro momento da invasão alemã, em Junho de 1941, e com o apoio e depois a participação activa dos Estados Unidos na guerra, acabou por vencer Hitler.
Mesmo antes do fim da guerra, sofreu uma derrota espectacular nas eleições de 1945, sendo o seu governo substituído pelos trabalhistas de Atlee. Voltou ao poder em 1951, sendo primeiro-ministro até 1955, ano em que pediu a demissão, devido a problemas de saúde.
Foi nomeado Prémio Nobel da Literatura em 1953, pelas sua obra mas sobretudo devido aos 6 volumes da sua obra mais famosa: The Second World War.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Passagem para a India, um dos meus filmes de eleição.
Entre em um mundo onde o choque de culturas é tão violento, que todo um país pode se dividir a qualquer momento. Indicado para onze prêmios Oscar e vencedor de dois, Passagem Para a Índia é "uma história provocativa, repleta de personagens vibrantes, todos interpretados com maestria" (The New York Times). Um filme considerado pela crítica como ousado triunfo. Quando as liberais inglesas, Sr. Moore e Adela Quested, chegam a Índia, ficam chocadas com o acirrado preconceito racial que existe no país. Felizmente, o gentil Dr. Aziz está acima da intolerância local e decide ser seu guia em uma esplêndida visita às misteriosas cavernas Marabar. Mas o passeio acaba de maneira trágica quando, de repente, Adela sai correndo de uma das cavernas arranhada, sangrando e terrivelmente assustada. A notícia do incidente espalha-se rapidamente por toda a Índia...incendiando um barril de pólvora de tensão que já estava prestes a explodir..domingo, 3 de julho de 2011
Vergílio Ferreira

Nasceu em Melo, no concelho de Gouveia, em Janeiro de 1916, filho de António Augusto Ferreira e de Josefa Ferreira. A ausência dos pais, emigrados nos Estados Unidos, marcou toda a sua infância e juventude. Após uma peregrinação a Lourdes, e por sugestão dos familiares, frequenta o Seminário do Fundão durante seis anos. Daí sai para completar o Curso Liceal na cidade da Guarda. Ingressa em 1935 na Faculdade de Letras a Universidade de Coimbra, onde concluirá o Curso de Filologia Clássica em 1940. Dois anos depois, terminado o estágio no liceu D. João III, nesta mesma cidade, parte para Faro onde iniciará uma prolongada carreira como docente, que o levará a pontos tão distantes como Bragança, Évora ou Lisboa.
Este homem reuniu em si diversas facetas, a de filósofo e a de escritor, a de ensaísta, a de romancista e a de professor. Contudo, foi na escrita que mais se destacou, sendo dos intelectuais contemporâneos mais representativos. Toda a sua obra está impregnada de uma profunda preocupação ensaística.
Vergílio foi também um existencialista por natureza. A sua produção literária reflecte uma séria preocupação com a vida e a cultura. Este escritor confessou a Invocação ao meu Corpo (1969) trazer em si “ a força monstruosa de interrogar”, mais forte que a força de uma pergunta. ”Porque a pergunta é uma interrogação segunda ou acidental e a resposta a espera para que a vida continue. Mas o que eu trago em mim é o anúncio do fim do mundo, ou mais longe, e decerto, o da sua recriação”. Este pensador tecia reflexões constantes acerca do sentido da vida, sobre o mistério da existência, acerca do nascimento e da morte, enfim, acerca dos problemas da condição humana.
Ainda nos restou o imenso homem, que ficou dentro da obra, pois, como o próprio declarou, o autor nunca pode ser dissociado da sua obra porque nela vive, respira e dela fica impregnado. Vergílio entregava-se à escrita de corpo e alma, tinha essa obsessão; após a qual se sentia vazio, mas depois de um livro voltava a renovar-se para dar corpo a outro. “Escrever, escrever, escrever. Toma-me um desvairamento como o de ébrio, que tem mais sede com o beber para o beber, ou do impossível erotismo que vai até ao limite de sangrar. Escrever. Sentir-me devorado por essa bulimia, a avidez sôfrega que se alimenta do impossível”.(Pensar, 1992).
A obra de Vergílio Ferreira recebeu influências do existencialismo de Satre, de Marco Aurélio, Santo Agostinho, Pascal, Dostoievski, Jaspers, Kant e Heidegger. Os clássicos gregos e latinos como Ésquilo, Sófocles e Lucrécio, também assumiram uma importância vital nos pensamentos deste escritor. No livro Mito e Obsessão na Obra de Vergílio Ferreira, Eduardo Lourenço afirma que “faz parte que se considere Vergílio Ferreira numa perspectiva ideológica, como autor de ruptura e tentativa de superação e reformulação do ideário neo-realista; numa perspectiva metafísica, como romancista do existencial no sentido que ao termo foi dado pela temática chamada existencialista; e, finalmente, numa perspectiva simbólica, como romancista de uma espécie de niilismo criador ou, talvez melhor, do humanismo trágico ou tragédia humanista”.
Os romances Uma Esplanada sobre o Mar (1987), pelo qual recebeu o prémio da Associação Portuguesa de Escritores, e Em Nome da Terra (1990) retomam o tema da transitoriedade da vida, sujeita ao passar do tempo. Em 1993 edita em Na Tua Face, uma das suas obras mais exemplares, em que desenvolve uma reflexão aprofundada acerca da beleza e da sua transitoriedade. Este escritor, que aos 80 anos declarou “ vou entrar a escrever no paraíso”, veio falecer a 1-3-1996. Deixou um livro entregue ao editor, publicado posteriormente intitulado Cartas a Sandra (1996), em que se pode reencontrar a personagem Xana, filha do narrador do romance Para Sempre, apresentando ao leitor cartas escritas pelo pai à sua mãe. Após a morte do escritor a Câmara Municipal de Gouveia e a Universidade de Évora criaram prémios literários em memória de Vergílio Ferreira. O espólio do escritor composto por prémios, livros e alguns objectos pessoais foi doado a Gouveia, concelho de onde Vergílio Ferreira era natural e estão em exposição na Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira. O seu espólio de originais manuscritos de quase todos os seus romances foi doado à Biblioteca Nacional.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
ABSOLUTAMENTE NOTÁVEL - Homenagem a Dave Brubeck with his sons Jaz quintet
David "Dave" Warren Brubeck ( n.6 de dezembro de 1920, Concord, Califórnia),é um pianista de jazz norte-americano. Reconhecido como um gênio em sua área, ele compôs vários jazz standards, incluindo "In Your Own Sweet Way" e "The Duke".
Vindo de uma família musical, Dave Brubeck começou a aprender piano aos 4 anos de idade com sua mãe e violoncelo aos 9. Ele tinha um gênio muito forte.
Brubeck não era muito interessado em aprender por métodos, simplesmente queria compor suas próprias melodias e por isso nunca aprendeu a ler partituras. Ele evitava aprender a ler durante as aulas de piano de sua mãe, alegando dificuldade de visão. Na faculdade, Brubeck foi por pouco quase expulso do curso, quando um de seus professores descobriu que ele não sabia ler partituras. Muitos outros professores o defenderam apontando seu talento em contraponto e harmonia, mas a escola continuou com medo de que isso pudesse causar um escândalo, e só concordou em lhe dar o diploma se ele concordasse em nunca dar aulas de piano.
Após se formar em 1942 na University of the Pacific em Stockton, Califórnia, ele ingressou no exército e serviu na tropa de George Patton durante a Batalha do Bulge em Ardennes, lá ele conhece Paul Desmond.
Estudou com o compositor francês Darius Milhaud e criou seu quarteto em 1951. Após o estudo com Milhaud, iniciou um octeto com a participação de Cal Tjader e Paul Desmond. Após uma primeira decepção, fundou um trio com dois dos antigos membros (sem Desmond). Finalmente fundou o The Dave Brubeck Quartet, com Joe Dodge, Bob Bates e Paul Desmond.
A gravação de Take Five, uma composição de Desmond, em 1959, transformou o quarteto num campeão de vendagens da época. O álbum continha somente composições inéditas, sendo que quase todas tinham uma métrica impar, entre elas estavam os clássicos Take Five e Blue Rondo à la Turk. A propósito, entre Brubeck e Desmond viria a se desenvolver, com o passar dos anos, um entrosamento quase telepático.
No meio dos anos 50 Bates e Dodge foram substituídos por Eugene Wright e Joe Morello. O quarteto desfez-se em 1967 e Brubeck continuou a tocar com Desmond e fez gravações com Gerry Mulligan. Brubeck tinha admiração por Duke Ellington e pela música erudita.
Seu quarteto atual inclui o saxofonista e flautista Bobby Militello, o baixista Michael Moore (que substituiu Alec Dankworth), e o seu baterista de longa data Randy Jones e trabalhou recentemente com a London Symphony Orchestra.
Em 1954[editar] Discografia1949: Brubeck Trio with Cal Tjader (Fantasy)
1952: Jazz at the Blackhawk [live] (Fantasy)
1952: Jazz at Storyville [live] (Fantasy)
1953: Jazz at the College of the Pacific [live] (Fantasy/OJC)
1954: Jazz Goes to College [live] (Columbia)
1957: Jazz Goes to Junior College [live] (Columbia)
1959: Gone With the Wind (Columbia/Legacy)
1959: Time Out (Columbia/Legacy)
1961: Time Further Out (Columbia/Legacy)
1962: Countdown: Time in Outer Space (Columbia)
1963: N.Y.C., Carnegie Hall, February 22, 1963 [live](Columbia)
1963: The Dave Brubeck Quartet at Carnegie Hall [live] (Sony)
1967: Compadres (Columbia)
1967: The Last Time We Saw Paris [live] (Columbia)
1969: The Gates of Justice (Decca)
1970: Live at the Berlin Philharmonie (Columbia/Legacy)
1975: Brubeck & Desmond: Duets (1975) (A&M)
1975: 1975: The Duets (Horizon)
1981: Paper Moon (Concord Jazz)
1996: A Dave Brubeck Christmas (Telarc Jazz)
2003: Park Avenue South [live] (Telarc)
2003: Brubeck in Chattanooga (Choral Arts Society of Chattanooga)
2004: Private Brubeck Remembers (Telarc)
2005: London Flat, London Sharp (Telarc)
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Gente Tóxica de Bernardo Stamateas

Quem nunca teve de lidar com uma pessoa dominadora ou com um chefe autoritário que pensava que podia solicitar os seus serviços 24 horas por dia? Ou ainda com aquele colega invejoso que cobiçava tudo o que conseguia e um vizinho boateiro que seguia todos os seus passos? Essas "pessoas tóxicas" potencializam os nossos defeitos e enchem-nos de cargas negativas. Certamente, elas sabem tudo o que acontece na vida alheia, mas esquecem-se de ver o que está dentro delas. Em Gente Tóxica, Bernardo Stamateas descreve todos os tipos de "personalidades tóxicas" com que convivemos e mostra-nos como podemos afastá-las e assumir o controlo da nossa vida. Quanto mais protegidos das pessoas tóxicas, mais felizes seremos.
Gente Tóxica de Bernardo Stamateas
Os 12-15 e o Principezinho
sexta-feira, 24 de junho de 2011
D. Quixote de La Mancha , um classico actual.Dois personagens que habitam em todos nós. Um Quixote sonhador e alucinado,um Sancho Pança terreno.

Este clássico da literatura espanhola conta-nos as aventuras e desventuras do fidalgo D. Quixote. Nome pelo qual quer ficar conhecido na sua aventura de cavaleiro andante. De seu verdadeiro nome Quisada ou Quesada e sito no lugar da Mancha. Conhecido pela sua loucura e alucinações as quais se principiam por “culpa” dos muitos livros de cavalaria que este Fidalgo de 50 anos leu em toda a sua vida. Um dia D. Quixote decide tornar-se cavaleiro andante para ganhar fama e ficar conhecido entre os livros que lê tal como os seus heróis. Para grande desespero da sobrinha e da ama D. Quixote convence o seu vizinho, pobre lavrador, Sancho Pança a seguir caminho pelo mundo fora em busca de aventuras em nome da sua donzela D. Dulcineia. Esta donzela é fruto da sua imaginação. Porque nenhum cavaleiro andante o é sem que tenha uma donzela a quem dedicar os seus feitos. D. Quixote parte montado no seu cavalo (pileca) Rocinante, e Sancho Pança no seu burrico. Este último é convencido, de inicio, pelo dinheiro e coisas de valor prometidas pelo seu senhor e amo, e mais tarde pela promessa de lhe ser oferecida uma “ilha” para governar. Aos poucos Sancho Pança vai-se convencendo de que todas as alucinações do seu amo são reais. Todas as aventuras são na realidade muito simples e passam-se nos arredores da Mancha. Mas na cabeça de D. Quixote elas são autênticas aventuras de um cavaleiro andante. O Padre e o Barbeiro amigos de D. Quixote tentam chamá-lo á razão. Mas numa pausa nas aventuras D. Quixote cai gravemente doente por falta de aventuras. Assim que se cura parte novamente sempre acompanhado pelo seu fiel companheiro e vizinho. As deambulações destes dois companheiros tornam-se tão conhecidas que todos começam a aproveitar-se da sua loucura para se divertir, o que aumenta grandemente o crédito da realidade de tais alucinações. Toda esta grande aventura é cómica e satírica culminando num desfecho em que D. Quixote acorda de um longo sonho e começa a diferenciar a realidade das suas alucinações mas já tarde demais para ele.Projecto 12-15 no Amadoraeduca
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