terça-feira, 31 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Trailer de "Meia-noite em Paris", de Woddy Allen
Gil e Inez viajam até Paris numa viagem de grupo com os pais dela numa viagem de negócios. Gil é argumentista de sucesso de Hollywood mas está a debater-se com o seu primeiro romance. Apaixona-se pela cidade e é de opinião de que eles devem mudar-se para lá depois de casarem, mas Inez não partilha a sua opinião romântica da cidade ou da ideia de que os anos 20 era a época de ouro. Quando Inez vai dançar com os seus amigos, Gil dá um passeio à meia noite sozinho e descobre o que pode ser o último recurso de inspiração para escrever. Os passeios diários à meia noite em Paris podem levá-lo para perto do coração da cidade mas para longe do coração da mulher com quem está prestes a casar.
Eça de Queiroz e o Egipto Faraónico

"Em fins de Outubro de 1869, dois rapazes entusiastas e cheios de talento, o conde de Resende e o seu amigo Eça de Queiroz - ao tempo, mais notável pelas suas gravatas do que pelas suas obras - embarcaram em Lisboa, em direcção ao Oriente.
"O mais velho, o conde de Resende, tinha apenas vinte e cinco anos; Eça de Queiroz pouco mais de vinte e três. Levava-os, creio eu, o pretexto de assistirem às festas de abertura do Canal de Suez, que então se ia inaugurar com estrondo e esplendor."
Assim começa, com estes dois parágrafos, a Introdução que José Maria d'Eça de Queiroz (Eça Filho, como por vezes é chemado) escreveu para a obra póstuma de seu pai, o grande escritor Eça de Queirós, a qual recebia o título de O Egipto. Notas de Viagem, para ser editada, em primeira mão, pela Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores, Porto, 1926."
"O mais velho, o conde de Resende, tinha apenas vinte e cinco anos; Eça de Queiroz pouco mais de vinte e três. Levava-os, creio eu, o pretexto de assistirem às festas de abertura do Canal de Suez, que então se ia inaugurar com estrondo e esplendor."
Assim começa, com estes dois parágrafos, a Introdução que José Maria d'Eça de Queiroz (Eça Filho, como por vezes é chemado) escreveu para a obra póstuma de seu pai, o grande escritor Eça de Queirós, a qual recebia o título de O Egipto. Notas de Viagem, para ser editada, em primeira mão, pela Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores, Porto, 1926."
Abecedário Simbiótico de José Adelino Maltez

"De muitas sementes e alegrias está feito este novo e inesperado livro do Adelino Maltez! Abecedário Simbiótico poderia ser mais um livro sobre Maçonaria. O conteúdo de muitas das suas entradas são sobre temas, símbolos, significados, história da Maçonaria ou Maçon e a eles também se referem as siglas ou a biografia. Mas o livro é mais do que tudo isso: tem uma relação de mútua dependência com as coisas do mundo, em benefício mútuo".
Fernando Lima, in prefácio
D.João IV e a abolição do uso da coroa real sobre as cabeças.

O actual Santuário da Padroeira de Portugal levanta a sua fachada a ocidente e, entre muralhas, situa-se exactamente onde outrora se erguia a ermida gótica consagrada a Nossa Senhora do Castelo, fundada por D. Nuno Álvares Pereira. A imagem de Nossa Senhora foi trazida de Inglaterra a pedido do próprio Santo Condestável. Em finais do século XIV, D. Nuno Álvares Pereira fez consagrar esta igreja a ...Nossa Senhora da Conceição, sendo o primeiro templo em toda a Península Ibérica consagrado a Ela, e antecedendo em quase 500 anos a definição dogmática de 1854 sobre a Imaculada Conceição. Ao mesmo Santo Condestável se deve a fundação da presente Régia Confraria de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, a qual, nos seus 600 anos de vida, se revela como uma das mais antigas de Portugal.Sendo verdade que em finais do séc. XIV as guerras da Independência contra Castela enraizaram nos portugueses a sua fidelidade a Nossa Senhora da Conceição, foi, todavia, a Restauração patriótica de 1640 o que mais aprofundou em laços perpétuos tão alta veneração. Na provisão régia de 25 de Março de 1646, D. João IV ordenou que esse enlace ficasse assim escrito: «Estando ora juntos em Cortes com os três Estados do Reino (…). E nelas, com o parecer de todos, assentamos de tomar por padroeira de nossos Reinos e senhorios a Santíssima Virgem nossa Senhora da Conceição (…) Sita em Vila Viçosa». Deste modo ficou Portugal ajoelhado aos pés veneráveis da sua verdadeira Rainha, coroada nos Céus para protecção da Terra, e acharam por bem os nossos Reis, desde então, abdicarem da exibição da coroa real sobre as suas cabeças.Mais tarde, em 1818, D. João VI veio a fundar na mesma tradição a Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, tomando-se por agraciada a Casa Real ao passar incólume perante a fúria napoleónica das invasões francesas. Desde 1820 que os vestidos das Rainhas portuguesas passaram também a vestir a imagem de Nossa
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Edvard Munch

Edvard Munch nasceu em Löten, na Noruega, em 12 de dezembro de 1863, e estudou arte em Oslo. Começou a pintar em 1880, primeiramente retratos e depois uma série de quadros naturalistas que testemunham sua rejeição do impressionismo da época. É característico dessa fase o quadro "Criança doente" (1886).
Apesar do escândalo causado pela exposição de suas obras em Oslo, Munch ganhou uma bolsa de estudos em 1889. Morou na França, na Alemanha e na Itália, e somente após 18 anos regressou à terra natal. Em Paris, fez contato com os pós-impressionistas, especialmente Toulouse-Lautrec e Gauguin, de quem recebeu reconhecida influência.
Interessado também no realismo social de Ibsen, criou para o escritor os cenários e figurinos da peça Peer Gynt, montada em Paris em 1896. A atmosfera sombria, os nus e retratos espectrais de Munch inspiram-se em Ibsen, mas a partir de 1890 seu expressionismo adquiriu caráter simbolista, de teor quase histérico em "O vampiro", "A angústia" ou "O grito".
Em Paris, pintou ainda "Frisa da vida", que considerou a síntese de sua obra. Em Berlim, entre 1892 e 1908, conheceu August Strindberg e influiu na evolução do expressionismo alemão.
Em 1910, definitivamente de volta à Noruega, Munch renovou sua pintura com um estilo não menos vigoroso mas de cores claras, em que se abranda o espírito trágico das obras anteriores. São dessa fase os murais "O sol", "A história" e "Alma mater", que criou de 1910 a 1915 para a Universidade de Oslo.
A maior parte de sua obra, inclusive admiráveis litografias e xilogravuras como "Moças na ponte" e "Noite branca" (1911), pode ser vista no museu de Oslo que recebeu seu nome. Edvard Munch morreu em Ekely, próximo a Oslo, em 23 de janeiro de 1944.
©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.
Apesar do escândalo causado pela exposição de suas obras em Oslo, Munch ganhou uma bolsa de estudos em 1889. Morou na França, na Alemanha e na Itália, e somente após 18 anos regressou à terra natal. Em Paris, fez contato com os pós-impressionistas, especialmente Toulouse-Lautrec e Gauguin, de quem recebeu reconhecida influência.
Interessado também no realismo social de Ibsen, criou para o escritor os cenários e figurinos da peça Peer Gynt, montada em Paris em 1896. A atmosfera sombria, os nus e retratos espectrais de Munch inspiram-se em Ibsen, mas a partir de 1890 seu expressionismo adquiriu caráter simbolista, de teor quase histérico em "O vampiro", "A angústia" ou "O grito".
Em Paris, pintou ainda "Frisa da vida", que considerou a síntese de sua obra. Em Berlim, entre 1892 e 1908, conheceu August Strindberg e influiu na evolução do expressionismo alemão.
Em 1910, definitivamente de volta à Noruega, Munch renovou sua pintura com um estilo não menos vigoroso mas de cores claras, em que se abranda o espírito trágico das obras anteriores. São dessa fase os murais "O sol", "A história" e "Alma mater", que criou de 1910 a 1915 para a Universidade de Oslo.
A maior parte de sua obra, inclusive admiráveis litografias e xilogravuras como "Moças na ponte" e "Noite branca" (1911), pode ser vista no museu de Oslo que recebeu seu nome. Edvard Munch morreu em Ekely, próximo a Oslo, em 23 de janeiro de 1944.
©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Valores Éticos e Cidadania na Escola

Lugar privilegiado de aprendizagem, a escola pode igualmente desenvolver um papel estruturante na formação ética dos alunos. Um conjunto de competências direccionadas a uma “Educação para a Cidadania” é o que propõe este livro. Profundo conhecedor de temas como a pedagogia, ética e métodos de ensino, Ramiro Marques pretende incutir atitudes de auto-estima, respeito mútuo e regras de convivência com o objectivo de formar cidadãos solidários, independentes e civicamente responsáveis. Uma obra que constitui uma preciosa ferramenta de trabalho para todos os educadores.
Valores Éticos e Cidadania na Escola de Ramiro Marques
domingo, 15 de janeiro de 2012
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