quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Fundação Saramago
Uma exposição dedicada à obra e à vida do Nobel da Literatura português, parte da sua biblioteca pessoal e a do amigo Vasco Gonçalves podem ser visitadas na Casa dos Bicos. Saramago está sempre presente.
As luvas brancas que Pilar del Río traz calçadas enquanto arruma a biblioteca na Casa dos Bicos, em Lisboa, foram usadas por José Saramago numa cerimónia honoris causa. Nestes dias têm ajudado a presidenta da Fundação Saramago a transportar caixas, pendurar quadros e organizar papéis neste edifício quinhentista da Rua dos Bacalhoeiros, que durante os próximos seis anos vai albergar a sede da instituição fundada pelo Nobel da literatura português.
"Saramago usou-as durante uma cerimónia de um doutoramento honoris causa. Espero que a universidade não se importe... Ele não se importaria, porque estão a ser usadas para a sua obra", diz a viúva do escritor durante uma vista de jornalistas à casa que, em 2008, foi cedida à Fundação Saramago pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) por dez anos. Ali decorrem os últimos preparativos para a abertura ao público, marcada para hoje.
A cerimónia oficial de inauguração realiza-se às 11h30, no passado dia 10 com a participação do presidente da CML, António Costa. Por constrangimentos de espaço, é destinada apenas a convidados e à comunicação social, mas a Fundação José Saramago abrirá as portas ao público à tarde, entre as 14h e as 16h.
Na cerimónia foiapresentado um vídeo em que o autor de "História do Cerco de Lisboa" fala dos objectivos da fundação. Além dos discursos oficiais, falará o espanhol Fernando Gómez Aguilera, comissário da exposição "José Saramago. A Semente e os Frutos", que ocupa o primeiro andar da nova Casa dos Bicos, cujas obras de readaptação foram feitas pela dupla de arquitectos Manuel Vicente e João Santa-Rita.
A Casa dos Bicos, que tem uma importante jazida arqueológica a nível subterrâneo, abrirá todos os dias úteis das 10h às 18h e, aos sábados, das 10h às 14h. Em Junho, a entrada é grátis, depois passa a ser paga: o bilhete custará três euros para os portugueses e "entre cinco e seis euros" para os estrangeiros. A fundação vai viver dos direitos de autor da obra do escritor, que morreu a 18 de Junho de 2010, e do trabalho que se for fazendo nesta instituição, que assume como norma de conduta, nas suas actividades, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, e que tem por missão dar particular atenção aos problemas do meio ambiente e do aquecimento global do planeta.
"Não temos qualquer outro apoio oficial e os tempos estão difíceis para conseguir mecenato. Por isso, o público vai ter de pagar entrada", explica Pilar del Río.
Parte da biblioteca pessoal de Saramago está agora guardada neste edifício, e será possível aceder ao resto dos seus livros (o essencial continua na sua biblioteca em Lanzarote), a partir de equipamento electrónico. A Casa dos Bicos tem ainda disponíveis áreas de trabalho para investigadores que estejam a estudar e a organizar o espólio. No terceiro andar, além da biblioteca e do auditório existe um espaço dedicado ao político e ex-primeiro-ministro português Vasco Gonçalves (1922-2005).
A presidenta da fundação explica ao PÚBLICO que não irão existir outros espaços "porque José Saramago já não está cá para decidir, e também não caberiam mais". Saramago e Vasco Gonçalves eram amigos e o escritor respeitava muito o político e não queria que a sua biblioteca se dispersasse depois da sua morte. "Colaboraram juntos algum tempo, e José considerava-o um ser humano de uma qualidade extraordinária. Ele não queria que a biblioteca de Vasco Gonçalves - ainda por cima são os seus livros anotados - se dispersasse por respeito a um homem fundamental na revolução democrática e que foi muito mal interpretado por interesses muito concretos", afirma Pilar del Río.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
O Valente Soldado Chvéïk
título: O Valente Soldado Chvéïk
autor: Jaroslav Hasek
edição: Ulisseia
n.º/ano de edição: 1.ª - 1971
n.º pág.: 187
formato: 11.5x18cm
Uma obra-prima da literatura universal, só comparável ao “Dom Quixote”, de Cervantes, ou ao “Gargantua” e “Pantagruel”, de Rabelais. Trata-se de uma das mais profundas e saborosas sátiras ao militarismo. O manhoso soldado Chvéïk, irmão espiritual de Sancho Pança, tornou-se, como escreveu Marc Vey, um dos tipos da literatura universal.
150 anos de Debussy
150 anos de Debussy
MOSTRA
14 Maio - 30 Junho
Sala de Referência
Entrada livre
No ano em que se celebram os 150 anos do nascimento de Claude Debussy, a Biblioteca Nacional de Portugal promove uma mostra bibliográfica, integrada no programa Música na Biblioteca 2012, onde podem ser vistas partituras e publicações referentes ao compositor.
Achille-Claude Debussy nasceu a 22 de Agosto de 1862, em St-Germain-en-Laye, França. Teve as primeiras lições de piano aos sete anos e ingressou no Conservatório de Paris, em 1872, onde estudou piano com Marmontel e solfejo com Lavignac, tendo também frequentado as aulas de harmonia de Durand. A sua reputação era a de um pianista excêntrico e rebelde em questões de harmonia e teoria.
No Verão de 1880 foi contratado por Nadezhda von Meck, patrona do compositor russo Tchaikovski (1840-1893), para ensinar piano aos seus filhos, o que lhe permitiu viajar por Itália, Áustria e passar temporadas, com ela e sua família, na sua propriedade na Rússia durante dois anos seguintes.
Ganhou em 1884 o Prix de Rome, uma competição para compositores, com a sua cantata L’enfant prodigue. Passou dois anos na Villa Medici, em Roma, onde conheceu Liszt, Verdi e Boito e onde ouviu primeira vez o Lohengrin de Wagner. Foi aos Festivais de Bayreuth de 1888 e 1889, mas o concerto de gamelão javanês que ouviu na Exposição de Paris de 1889 constituiu uma influência musical ainda maior. Outras influências desses anos foram a amizade que travou com Erik Satie, com os pintores do movimento impressionista e, mais importante, com escritores e poetas como Mallarmé e os simbolistas. Cultivou uma face distinta da música francesa, classificando-se estilisticamente como “musicien français”.
Em 1893 começou a trabalhar na ópera Pelléas et Mélisande, baseada na peça homónima de Maeterlinck e foram executados os seus quartetos de cordas, e no ano seguinte a estreia de Prélude à l’après-midi d’un faune causou escândalo pela sua alegada não formalidade. Seguiram-se os 3 Nocturnes, planeados originalmente para violino solo e orquestra, executados em 1900 e 1901 e dedicados a Rosalie (Lily) Texier, com quem casou em 1899. Em 1904, Debussy deixou Lily para viver com Emma Bardac, uma cantora relativamente abastada e com quem acabaria por casar em 1905. O desafogo financeiro tornou-o mais produtivo e durante esses anos escreveu alguns das suas obras mais significativas para orquestra como La Mer (1905) e Ibéria (1908), e para piano solo como 3 Images (1905-1912), a suite Children’s Corner (1908), dedicada à sua filha Claude-Emma (Chouchou), e os 12 Preludes (1910-1912).
As peças de Debussy dos anos seguintes mostram algumas mudanças no estilo. Têm um apelo menos imediato e são de mais difícil abordagem. O surgimento de outros compositores levou também a um declínio no interesse pelas suas obras: a estreia do seu bailado Jeux, a 15 de Maio de 1913, foi de certo modo ofuscada pela de Le sacre du printemps, de Igor Stravinsky (1882-1971) apenas duas semanas depois. Debussy pode ter-se ressentido da chegada do jovem compositor à cena.
Quando compôs estas obras, Debussy encontrava-se já doente, sofrendo de cancro terminal. Completou apenas três de um grupo de seis peças "para vários instrumentos" (1915-17) antes de morrer em Paris, a 25 de Março de 1918.
Compositor, pianista e crítico musical, Debussy foi um dos músicos mais importantes do seu tempo e a sua estética musical representa a influência mais poderosa sobre os desenvolvimentos internacionais musicais durante o longo período de fin de siècle, com profunda influência nas gerações futuras de compositores. Recebeu o rótulo de impressionista que, embora correcto, tem de certa forma obscurecido o forte sentido de forma em que baseou todas as suas obras. Afastou-se decisivamente da estética Wagneriana com a sua única ópera, utilizou blocos de acordes, harmonia com gosto modal e escalas de tons inteiros, um delicado colorido orquestral e uma sonoridade “submersa”, um estilo declamatório (e no entanto profundamente lírico) na sua escrita coral.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Orquestra de Djambes da Escola Intercultural fecha XI Cingresso de Psicologia Forense e da Exclusão Social
O Auditório Agostinho da Silva recebeu a Orquestra de Djambes da Escola Intercultural para fecho do VI Congresso de Psicologia Forense e da Exclusão Social, que se realizou na Universidade Lusófona nos passados dias 24,25 e 26 de Maio.
Uma brilhante atuação que levou bem alto o nome da nossa Escola, com os alunos a mostrarem um elevado grau de responsabilidade e empenho.
Parabéns a todos os participantes.
sábado, 26 de maio de 2012
As Vinhas da Ira de John Steinbeck
OpiniãoEis aqui um dos grandes romances de John Steinbeck, o mais discutido, o mais lido, e talvez o mais célebre escritor norte-americano do nosso tempo.
A celeuma que este livro provocou nos Estados Unidos não impediu que lhe concedessem o mais importante prémio literário que existe nesse país: o Prémio Pulitzer. De que trata a obra famosa? Do êxodo de uma família de lavradores que, vendo-se reduzida à miséria por uma tempestade de areia em Oklahoma, resolve emigrar para a Califórnia. A luta que todos os membros da família sustentam na sua exaustiva jornada contra os elementos e os homens e, até, contra o próprio meio de trasnporte, a coragem de que dão provas, a generosidade de alma que afirmam, a humaníssima capacidade de, apesar de tudo, fraternizarem uns com os outros e com os seus semelhantes trazem um sopro de epopeia, raro, mesmo hoje, em livros de idêntica ou parecida inspiração. O fundo, a tendência social de As Vinhas da Ira, a piedade pelo sofrimento alheio, e o protesto, a revolta perante as injustiças do mundo, que assinalam o romance de Steinbeck, conferem-lhe nobreza inequívoca.
A celeuma que este livro provocou nos Estados Unidos não impediu que lhe concedessem o mais importante prémio literário que existe nesse país: o Prémio Pulitzer. De que trata a obra famosa? Do êxodo de uma família de lavradores que, vendo-se reduzida à miséria por uma tempestade de areia em Oklahoma, resolve emigrar para a Califórnia. A luta que todos os membros da família sustentam na sua exaustiva jornada contra os elementos e os homens e, até, contra o próprio meio de trasnporte, a coragem de que dão provas, a generosidade de alma que afirmam, a humaníssima capacidade de, apesar de tudo, fraternizarem uns com os outros e com os seus semelhantes trazem um sopro de epopeia, raro, mesmo hoje, em livros de idêntica ou parecida inspiração. O fundo, a tendência social de As Vinhas da Ira, a piedade pelo sofrimento alheio, e o protesto, a revolta perante as injustiças do mundo, que assinalam o romance de Steinbeck, conferem-lhe nobreza inequívoca.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
GNOZE - Manique 12 de Maio
Guião Projecto GNOZE
GUIÃO
1º -Coração Lusitano
Preparação
Opção a)
- Cortina Fechada, luzes de palco acesas e todos entram no Palco
- Luzes apagam-se no Palco
- Cortina abre-se e é feito foco de luz no Carlos(se possivel somente nas mãos) e começam as projecções do texto(ver em baixo), de Montanhas e Planicies ao mesmo tempo que o Carlos inicia o tema.
Opção b) (Caso existam condições nos auditórios e será necessário pickups e transmissores em todos os instrumentos envolvidos)
- Cortina Fechada, luzes de palco acesas e João entram no Palco
- Cortina abre-se e zona do Piano sem Luz, com projecções do texto(ver em baixo), de Montanhas e Planicies ao mesmo tempo que o Carlos entra pelo corredor central da sala e inicia o tema. Depois caminhará até ao Palco e assume a sua posição.
- Na altura indicada, o Ricardo vindo de outro lado ou do mesmo(consoante condições dos espaço), entra no tema e caminha até ao Palco e assume a sua posição.
- Na altura indicada, o Mick entra de outro lado ou o mesmo (consoante condições dos espaços), entra no tema e caminha até ao Palco e assume a sua posição.
- Acende-se luzes para Piano quando João entra no tema.
Texto
Das entranhas das montanhas nasceu a Lusitânia região abençoada por Deus . O sol que abre os céus olha pelas vertentes das montanhas iluminando ardentemente as planicies férteis. A lenda escorre e entra a realidade. O mito nasce.
Tema musical
Caracteristicas especiais
-
Dança
- Não tem
2º- E se um dia me chamasses Homem...
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Tronos, Coroas e imagens de liderança
- Focos no Carlos e no João (iniciam o Tema)
TEXTO
O dever de ser Rei funde-se com a regra/Homem nascido das montanhas onde os rios uivam nos vales amando a Natureza-Mãe beijando a espada erguida da ideia tida.
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Não tem
Dança
Não tem
3- Partida
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Aldeias ao longe
- Foco no João (inicia o Tema)
TEXTO
Do cimo da montanha avista-se a aldeia ao longe perdida na neblina da manhâ. Olho em volta e vejo a alma da minha Lusitânia que saudo e respiro fundo...
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Não tem
Dança
- Não tem
4- Caminhos
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) e de Imagens de Caminhos e de rios/ribeiros
- Foco no Carlos (inicia o Tema)
TEXTO
Todos os caminhos dão para as nossas almas que nos enchem calor. Todos os rios desaguam no Oceano tão imenso e forte.
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Não tem
Dança
Safiyah entra em palco, coberta num manto que desenrola na primeira fase da música. Foco de luz desde os pés até o todo, incidente no movimento. A bailarina finalmente se revela aquando da mudança para segunda parte da música. Mudança para luz normal de palco.
5- Dança a Ares
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Guerras/Batalhas
- Foco no João (inicia o Tema)
TEXTO
A contenda é rija. O Grande Povo enaltece a sua terra com o manusear exaustivo das espadas alcançando a vitória ê a liberdade para depois à volta das fogueiras a festa começar e durar toda a noite.
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Jogo de flashs/relampagos (tipo strobe)
Dança
- Safiyah entra em palco na intro da música, foco no rosto. Pinta a cara de negro com as mãos. Aumento de foco. A bailarina faz figuras com mãos e braços numa preparação mimica para a guerra. Até minuto 1:30, mais ou menos, aquando de mudança na música… Safiyah abaixa-se e desembainha a espada quando começa violino. Exibe e dança com espada até entrar percussão mais forte/rápida. Larga espada, vira-se de costas, mimica de braços e cai no chão ao terminar música.
6- Catarina...
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Mortes/Traições
- Foco no Carlos (inicia o Tema)
TEXTO
A tristeza percorre todo um Povo cuja traição foi justificada por dinheiro que pagou um acto livre e sem consciência. A amada chora seu amor que jaz inanimado junto a si. Suas lágrimas são os rios limpidos da sagrada Lusitânia.
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Não
Dança
- Safiyah entra e dança organicamente. Numa mudança dramática revela um lenço vermelho que lhe cai das mãos junto ao ventre até o chão. Continua a dança contida, triste e suave onde as mãos assumem papel principal. Abandona o palco como um vulto no terminar da música.
7- Impulsos
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Paisagens, Lagos, Pantanos
- Foco no Carlos (inicia o Tema)
TEXTO
Lagos no seio das montanhas. Rios são braços repletos de vida e amor que seguem os paços da Natureza/Mãe que oferece aos homens da Terra a benção da sua existência.
Tema musica
Caracteristicas Especiais
- Não
Dança
- Não
8- E a Saudade
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Aldeia e a Amada
- Foco no Carlos (inicia o Tema)
TEXTO
De novo a saudade imensa dos corações lusitanos de tudo aquilo que foi a benção da Natureza. O amor já distante. Toda uma viagem que foi e já não é. As lágrimas derramadas da sua amada. A Aldeia mais melancólica.A saudade de todos aqueles que eram vivos.
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Não
Dança
- Safiyah surge como um fado pintado de manton e saia rodada negra. (foco de luz no rosto/busto) Num balanço teatral e lírico formam-se figuras geométricas e, na aceleração da música, rodopia-se a saia e o manton. Gestos bruscos e vingativos, vontade de seguir, revolta… a transmutação da alma do fado à força das entranhas do flamenco numa fusão lusitana rochosa e feminina.
9- Valsa da Terra
Preparação
- Projecção do texto(ver em baixo) de Festa e a Arraial
- Foco no Carlos (inicia o Tema)
TEXTO
A valsa da terra. A festa das montanhas. Os rios serpentiando nas planicies cobertas de flores numa Primavera fértil. A reconstrução das almas lusitanas e as festas das aldeias para todo um povo glório e sadio.
Tema musical
Caracteristicas Especiais
- Carlos e Ricardo colocam-se de pé ao meio da musica
Dança
- Safiyah, menina e moça, passeia-se em palco e cumprimenta músicos, público e avista mais alguém. Apaixonada, ingénua e sonhadora… larga a sua tarefa e colhe uma flor, cheira-a, refresca-se no rio… larga a roupa suja e começa a dançar convidando o público a participar na sua valsa. Luz normal de palco, sem foco.
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