quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Escola Intercultural da Amadora

Vitaminas - 4 de Janeiro 2013 - Seixal

16 de Dez de 2012 - Passeio Lisboa Maçonica












Fotos da inauguração da exposição ART MOV ON - Galeria CB Concept Art no passado dia 23 de Novembro







Sintra - fotos do lançamento do livro . Sou Um Sem Abrigo com Cem Abrigos de Daniel Xavier Lopes









Sinopse


Hoje chove. Faíscas de luz pintam o céu desta cidade. O meu teto, de cartão vai-se desfazendo no papel onde escrevo isto.



Eu ando desencontrado desta cidade: Eu insisto em procurar-me nelas; Ela em esconder-se de mim. Escrevo num banco de jardim, desgrenhado e maculado, abraçado ao álcool das noites mal dormidas, os cem abrigos que nela, na metrópole, existem. Sou um sem-abrigo na ânsia de um asilo. A respiração palpita-me a vontade em cada verso.



Bebo mais um gole. Vinho.Sou Um Sem Abrigo com Cem Abrigos de Daniel Xavier Lopes





«DIIS MANIBVS - Rituais da Morte durante a Romanidade»

Exposição Temporária


«DIIS MANIBVS - Rituais da Morte durante a Romanidade»

(Antigo) Casino de Sintra

«DIIS MANIBVS - Rituais da Morte durante a Romanidade» é a exposição temporária que o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas apresenta, entre 2 de Novembro e 30 de Dezembro de 2012, no (antigo) Casino de Sintra, junto ao Centro Cultural Olga Cadaval.
Esta exposição terá como ponto de partida as atitudes do Homem perante a morte e dará a conhecer um importante conjunto de materiais arqueológicos descobertos na região de Sintra, com especial destaque para aqueles que testemunharam as várias práticas aqui utilizadas, naquele domínio, durante o largo período que se estende desde os inícios do Império até aos finais da Antiguidade Tardia.
Os materiais expostos provêm de escavações arqueológicas levadas a cabo em vários locais da região de Sintra, campanhas realizadas algumas já há décadas, como as de Casal de Pianos/Fetal (freguesia de São João das Lampas), Santo André de Almoçageme (freguesia de Colares), ou Granja dos Serrões (freguesia de Almargem do Bispo), e outras mais recentemente, como as de Casal do Rebolo ou do Casal do Silvério (ambas na freguesia de Almargem do Bispo).

A não perder!

Horário de funcionamento:

De terça-feira a domingo, das 10h00 às 17h00.Última entrada para visita: 16h30 (encerrado no dia 25 de dezembro).

Entrada Gratuita

Visitas guiadas gratuitas à 5ª feira, mediante marcação prévia, pelo telefone 21 960 95 20 ou e-mail divulgacao-masmo@sintraquorum.pt

Exposição DIIS MANIBVS - Rituais da Morte durante a Romanidade
2 de novembro a 30 de dezembro

terça-feira a domingo, das 10h00 às 17h00

(Antigo) Casino de Sintra








sábado, 8 de dezembro de 2012

Rousseau e A Origem da Desigualdade Entre os Homens

Simplesmente clássico - Pelikan M200



Simplesmente clássico

Como este é um dos produtos mais vendidos da Pelikan, os instrumentos de escrita desta série são conhecidos em todo o mundo. O corpo e a tampa são fabricados em resina de grande qualidade, em preto e verde. Com diferentes tonalidades de verde, esta série apresenta um aspecto distinto que recorda o mármore brilhante. A janela de visualização da tinta de cor antracite é uma característica clássica, assim como os anéis decorativos chapeados a ouro de 24 quilates.



A tampa com o característico clipe em forma de bico de pelicano, o logotipo da Pelikan que coroa a parte superior da tampa e a típica forma clássica combinam-se de forma harmoniosa para dar a este instrumento de escrita o desenho distinto da Pelikan.



A Classic mármore verde está fabricada com um mecanismo de enchimento por pistão tradicional e fiável. O aparo em aço inoxidável polido de grande qualidade está disponível em vários tamanhos.


domingo, 11 de novembro de 2012

CAMERATA DE CAJONS

Palmela





Palmela


Palmela é uma bonita vila, sede de concelho, situada na região de Lisboa, na Península de Setúbal, situada num local abençoado pela natureza, bem nos contrafortes da lindíssima Serra da Arrábida, de onde se tem um panorama fenomenal. 

Esta é uma região ocupada pelo Homem desde remotos tempos, que aqui sempre encontrou abrigos naturais, facilidade de comunicação e terrenos férteis. Por aqui passaram Celtas, Fenícios, Romanos e Muçulmanos, tendo sido reconquistada em 1147 pelas tropas do primeiro rei Português, D. Afonso Henriques. Em 1185 o território é doado à Ordem dos Cavaleiros de Santiago. As lutas e batalhas no território estendem-se durante algum tempo, sendo definitivamente reconquistado no reinado de D. Sancho I. 
Em 1443 instala-se no Castelo a Sede da Ordem Religiosa Militar de Santiago de Espada, influenciando toda a vivência da região. 

Palmela é uma vila riquíssima em termos históricos e patrimoniais, com um legado fabuloso e de grande beleza, começando pelo Castelo e todo o seu núcleo museológico que encima a vila e de onde se tem um panorama soberbo, mas também noutros pontos de grande interesse como as Igrejas da Misericórdia (século XVIII) e a de São Pedro, a Capela de S. João Baptista (século XVII), o pitoresco Coreto da Sociedade Filarmónica Humanitária construído em 1924, o bonito edifício dos Paços do Concelho do século XVII, o Pelourinho, classificado como monumento nacional, o magnânime Hospital do Espírito Santo, integrado na Misericórdia e provavelmente seu antecedente, cujo actual edifício data do século XVIII, ou o Chafariz D Maria I do século XVIII considerado durante muitos anos como porta de entrada e símbolo da vila. 

Vale a pena visitar também o Jardim Joaquim José Carvalho, o Cine Teatro São João ou mesmo o interessante Núcleo Museológico do Vinho e da Vinha, instalado na adega da Herdade de Algeruz, dedicado ao património e às vívidas memórias vitivinícolas da região de Palmela. 

De facto, esta é uma importante região vitivinícola, onde se produzem reconhecidos vinhos de mesa de excelente qualidade, bem como afamado Moscatel de Setúbal, celebrados com orgulho, anualmente em Setembro, nas Festas das Vindimas. 

Palmela Cidade Europeia do Vinho 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O Homem Perante a Morte









Em 1975, Philippe Ariès publicava em França um pequeno livro, a que chamou Essais sur l’histoire de la mort en Occident. O autor, que desde o início dos anos 60 se lançara como pioneiro solitário à descoberta deste território quase virgem, decidia –dado o recente e extraordinário interesse que o tema da morte suscitava – apresentar em resumo as conclusões a que chegara depois de tantos anos de investigações. Era apenas um esboço de uma grande obra futura. Ei-la finalmente terminada. A atitude do homem perante a morte – e a vida – ao longo de mais de um milénio é o objecto do trabalho monumental deste grande e reconhecido historiador.
Philippe Ariès nasceu em França a 23 de Junho de 1914. Depois dos estudos de História na Sorbona, torna-se especialista das técnicas de informação nas ciências da agricultura tropical, o que não o impede de ser historiador e mesmo de se classificar na primeira fila da sua especialidade. Devem-se-lhe alguns trabalhos importantes, como Histoire des populations française e L’ Enfant et la Vie familiale sous l’ Ancien Régime. Junto com Georges Duby, dirigiu uma grande Histoire de la Vie Privée. Faleceu em 1984.
Título original: L’Homme devant la mort
Tradução: Ana Rabaça
Colecção: Biblioteca Universitária
Pp.: 344
Formato: 15,5 cm x 23 cm
ISBN: 978-972-1-01152-6
Data de Edição (2.ª): Agosto de 2000