quarta-feira, 13 de abril de 2011

Inaugurada na passada sexta feira






A mais bela criação de Deus está intrínseca em todos os homens que tem a capacidade de reconhecer a beleza, a força e a sabedoria da Natureza Divina.
Reconhecendo estas três orientações espirituais definimos assim a nossa tridimensionalidade e tri-unidade.



O caminho que percorremos deixa claro que a orientação necessária e perfeita para atingirmos a sublimação do ser é nunca separar o trigo do joio de forma drástica. Nunca esquecer que o que está iluminado deixa sempre uma parte sombria para trás.



Para quem julga nada ver, mas vendo, e decide praticar a preguiça mental ou física, que aprenda a sentir e a sentir-se na Natureza pois ela é a redentora de todas as chaves da suprema e eterna sabedoria daquele que nos está mais próximo e que por vezes não sentimos.

Somos então a quase e mais bela perfeita representação feita a imagem e semelhança de Deus.

Marco Ayres

Sons da Gente nas Canções do Zeca



Artever em Campo Maior


É com prazer que participo em mais uma exposição do Artever , agora em Campo Maior.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

LI KÉ TERRA





Alunos das quatro turmas do Projecto 12-15 foram ver no auditório da Escola o filme : LI KÉ TERRA.


O filme vencedor da competição nacional, 'Li Ké Terra', conta a história de dois jovens cabo-verdianos que vivem em Portugal Li Ké Terra significa qualquer coisa como "esta é a minha terra". É uma frase que os jovens do Casal da Boba, na Amadora, escrevem nas paredes do seu bairro. "Boba Li Ké Terra". Como quem diz: é aqui que me sinto bem. A expressão adequa-se perfeitamente a Miguel e Bruno, filhos de imigrantes cabo-verdianos que vivem em Portugal mas que, por motivos vários (entre os quais o descuido dos pais em tratar dos papéis), não têm a sua situação regularizada: "Eles não são portugueses nem cabo-verdianos, pertencem ali, àquele bairro", explica João Miller Guerra, um dos três realizadores de Li Ké Terra, o filme que venceu a competição portuguesa do DocLisboa. O filme mostra a vida destes dois amigos: Miguel Moreira "Tibars" e Ruben Furtado "Dibela". Miguel perdeu a mãe aos três anos e o pai foi preso e repatriado; desde sempre morou com a avó e, apesar de não ter documentos portugueses, frequenta a escola, gosta de música e até participa num workshop onde está a aprender como realizar um filme. Bruno tem dez irmãos de pais diferentes, só estudou até ao 6.º ano e, desde então, está sem fazer nada. Miguel tem uma teoria interessante sobre a diferença entre as miúdas a que chama "damas" e as outras a que chama "namoradas". Bruno não acredita em Deus, mas acredita que pode controlar o seu futuro: está disposto a correr de guichet em guichet para conseguir a nacionalidade portuguesa (acompanhamos esse processo) e prefere passar os dias a não fazer nada a tornar-se um criminoso: "O que iria depois dizer aos meus filhos?" É este dia-a-dia que se mostra em Li Ké Terra, o filme de Filipa Reis, João Miller Guerra e Nuno Baptista. O trio começou por de-senvolver um projecto social no bairro em conjunto com a Fundação Gulbenkian . Foi assim que conheceram Miguel e Ruben. Produzido pela Vende-se Filmes, o documentário foi financiado pela CPLP - Comunidade de Países de Língua Portuguesa e tem, por isso, uma versão mais reduzida (52 minutos) para passar em televisão e uma versão maior (66 minutos) que irá andar por aí em festivais. No DocLisboa, além da competição portuguesa, Li Ké Terra venceu também o prémio Escolas. "É muito bom. Quer dizer que a nossa visão passou e que agradou tanto à crítica quanto aos alunos", comenta Nuno Baptista. "Isso é importante para nós, queremos que o filme seja exibido nas escolas", acrescenta João. Até porque, a mensagem final é bastante positiva: "Não queríamos retratá-los nem como coitadinhos nem como heróis. Há a crítica ao sistema mas também às pessoas, que não se mexem, há ali muita inércia. A verdade é que no meio de todas aquelas adversidades eles são felizes."[

Sonhar com o teu olhar

















Acabou no passado Sábado mais uma exposição do Projecto 12-15 da Escola Intercultural da Amadora . Sonhar com o teu olhar foi o lema. Em tom de despedida ,aqui vos deixo mais algumas imagens de diversos aspectos deste evento.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Livro da Selva do Sr. Kipling


Ninguém deveria ser autorizado a chegar à idade adulta sem ter previamente lido O Livro da Selva. Publicadas em 1884, estas histórias conservam de facto todo o seu encanto. Kipling alimenta as fantasias de todas as crianças, com estas aventuras do jovem Mowgli perdido nas florestas da Índia e adoptado por uma alcateia de lobos. Crescendo entre amigos e inimigos - cobras, panteras, ursos e tigres - Mowgli desenvolve a sua argúcia e a sua força, e dá asas à imaginação de cada leitor. A sua história, além disso, é intercalada por outras narrativas da selva, como a de Rikki-Tikki-Tavi, Baloo e Bagheera, o que contribui para conferir maior riqueza e profundidade à visão da Índia que o autor nos transmite. Diversas vezes adaptado ao cinema (por Zoltan Korda e André de Toth, em 1942, e por Walt Disney, em 1960), O Livro da Selva é uma obra-prima da literatura juvenil de todos os tempos. O escritor e poeta, Rudyard Kipling, nascido na Índia, foi o primeiro cidadão inglês a ganhar o Premio Nobel de literatura. As suas histórias, baseadas na sociedade inglesa na Índia colonial, renderam-lhe o reconhecimento na Inglaterra, embora seja mais conhecido pelos contos infantis, particularmente as aventuras clássicas de animais nos “Livros da Selva”(1894-95). Uma coletânea de histórias curtas para crianças por Rudyard Kipling, publicada em dois volumes em 1894 e 1895. Passadas na Índia, as estórias se referem a um garoto, Mowgli, criado por uma família de lobos e outros animais que encontra na floresta. As histórias inspiraram a formação, por Baden Powell, das alcatéias de lobinhos no movimento escoteiro.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Artever- Percurso Desenho



Fotos da inauguração da exposição "Percursos Desenho" no Espaço Artever, no passado Sabado dia 26 de Abril.


"A presente exposição “expo percursos desenho”, onde se apresenta um conjunto de obras realizadas por artistas sócios, poderá levantar alguma polémica na interpretação do que se entenderá por “desenho”. Desenhar pressupõe uma vontade e não, somente, uma forma de registar. Podemos realizar desenhos mais efémeros do que outros. Quando se gesticula no ar e se indica um caminho; quando se “traça” no ar com fumo ou luz e esta só é presenciada por alguns; quando se colam linhas sobre uma superfície ou quando se regista com um riscador ou tinta tudo é desenho. Quanto a nós o que diferencia um desenho, de outro tipo de registo de imagens, encontra-se no modo como se ocupa o espaço ou no modo como se lê o registo grafado nesse espaço. Uma mancha de tinta aplicada com uma trincha larga poderá estar no universo da pintura ou no universo do desenho. Tudo depende do modo como esta se correlaciona com a matéria que lhe é adjacente. Contudo, por vezes, a fronteira entre desenho e pintura é tão ténue, que só a decisão de quem observa, poderá enquadrar o resultado de uma obra que apresente essa ambivalência. Com esta mostra não se pretende criar um campo unicamente experimental. Procura-se diversificar os modos de fazer de cada um desafiando-nos a viver essas outras formas de fazer. Amadora, Março 2011 José Mourão."

Sera o homem a mais bela crição de Deus ? Inauguração dia 8 de Abril