



MaximizarFoi obra do acaso ter no passado Sábado encontrado uma Lisboa vista do outro lado do rio , ficar extasiado com uma paisagem cheia de historia que se impõe pela sua força e rara beleza.
A vida é a direcção que os ponteiros do relógio indicam, o rasto entre a mecânica mental e o gesto intemporal. Visite tambem "A mão contra a mente" (http://amaocontraamente.blogspot.com/) , blogue dedicado à minha pintura .

Mário Vargas LLosa, o escritor que hoje foi laureado com o Prémio Nobel da Literatura, confessa que pensou tratar-se de uma brincadeira.
O desabafo foi feito esta tarde aos microfones do canal de televisão espanhol VEO 7, pelo autor de obras como "A tia Júlia e o escrevedor", "Conversa na catedral", "A guerra do fim do mundo", "Elogio da madrasta" ou "Como peixe na água".
Ao telefone a partir dos Estados Unidos, onde a noticia do prémio lhe chegou às 5h00 da manhã, o escritor de origem peruana explicou como foi surpreendido com a escolha da Academia Sueca.
“Foi muito divertido. Era cedo, estava a trabalhar, estava a ler desde muito cedo. Começo sempre a ler por volta das 5h00 ou 5h30 e chegou uma chamada que foi recebida pela minha mulher, que me disse: querem falar contigo, mas não sei muito bem do que se trata”, começou por explicar.
“Normalmente quando ligam a estas horas uma pessoa fica sempre nervosa, uma vez que pode ser uma má notícia relacionada com a família. Fui ao telefone e era o secretário-geral da Academia Sueca, que me disse para em 15 minutos dar atenção à Internet ou à televisão e fiquei a pensar se não seria uma piada de algum amigo, mas confirmou-se. Estou muito contente, mas ainda um pouco surpreendido com esta notícia”, admitiu Mário Vargas Llosa.
O Prémio Nobel da Literatura 2010 tem 74 anos e prepara-se para publicar a tradução portuguesa do seu novo livro intitulado "O sonho do Celta".
Vargas Llosa é autor de obras como "A tia Júlia e o escrevedor", "Conversa na catedral", "A guerra do fim do mundo", "Elogio da madrasta" e o livro de memórias "Como peixe na água". Recebeu o prémio "pela sua cartografia das estruturas de poder e pelas suas imagens mordazes da resistência, revolta e derrota dos indivíduos", segundo a academia.
Pertence à escola do chamado "realismo mágico" da literatura sul-americana, enquadrando-se na explosão de talentos literários do continente nos anos 60.
Foi locutor e jornalista e, em 1990, candidatou-se à presidência do Perú, perdendo para Alberto Fujimori. No trajecto político, começou por ser comunista, mas, há anos, as suas posições públicas estão próximas do centro-direita.
Ao longo da sua carreira, Vargas Llosa recebeu inúmeras condecorações, como o Prémio Cervantes ou o Prémio Rómulo Gallegos.
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Em 1858, Francis Cook grande negociante de têxteis contratou James Knowels Jr. para projectar o pavilhão que pretendia construir em Monserrate. O arquitecto deparou-se, no entanto, com limitações várias, uma vez que teve de se cingir às estruturas subsistentes do antigo castelinho neogótico de DeVisme.
Ainda assim, o edifício construído segundo o risco de Knowels revela-se original e profundamente eclético. Os três corpos do pavilhão – encimados por bolbosas cúpulas vermelhas – apresentam as fachadas rasgadas por portas e janelas de quebratura gótica. A entrada é precedida de pórtico igualmente neogótico, cintado por grandes entablamentos. Na cornija surgem, alternados, modilhões de volutas e arcadas trilobadas e do corpo central emerge, sobre o frondoso parque, um balcão provido de arcaria e ornado com azulejos de imitação mudéjar. No interior, a exuberância decorativa dos estuques e capitéis acentua o carácter orientalizante do pavilhão, nomeadamente na galeria e na "Sala de Música", onde uma profusão de temas indianos e clássicos imprime ao conjunto uma dinâmica própria que resulta em singular efeito estético. Os soberbos jardins que rodeiam a áulica construção foram concebidos e executados por Stockdale e também por Thomas Gargill que souberam explorar as particularidades micro-climáticas da Serra, obtendo, deste modo, um magnífico parque, no qual se podem observar, ainda hoje, mais de 3.000 espécies exóticas.



Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou consideravelmente, graças a uma herança recebida pelo seu pai. A sua família deixou a prisão, mas a mãe não o retirou logo da fábrica, que pertencia a um amigo. Dickens jamais perdoaria a mãe por essa injustiça. O tema das más condições de trabalho da classe operária inglesa tornar-se-iam, mais tarde, um dos mais recorrentes da sua obra.

JOSÉ MATTOSO - AO SABOR DA HISTÓRIA
O historiador e antigo monge beneditino encontrou refúgio numa aldeia de Aveiro, à beira-Vouga, de onde gosta «de olhar para a História com um espírito contemplativo.» Portugal, Deus, Timor, Saramago e até o programa Novas Oportunidades – uma entrevista com o profícuo autor e coordenador dos recentes Património de Origem Portuguesa no Mundo, a História da Vida Privada em Portugal e Portugal - O Sabor da Terra.


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Exposição Viva a República! 1910-2010.
ENTRADA LIVRE
Comissário: Luís Farinha Local: Lisboa, Cordoaria Nacional Período de exibição: Abertura a 12 de Junho de 2010 Horário: todos os dias, das 10h00 às 18h00
Ver o site da exposição: http://vivarepublica.centenariorepublica.pt/
Para agendamento de visitas guiadas enviar email para:marcarvisitas@centenariorepublica.pt
Exposição da responsabilidade da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.
Resumo: A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República promove uma exposição que pretende reproduzir os acontecimentos fundamentais do período da I República e do Republicanismo e relembrar os seus ideais cívicos, as suas principais realizações e os seus grandes protagonistas.
A exposição Viva a República! propõe uma leitura de um dos ciclos políticos mais marcantes da história de Portugal no século XX. O advento da República foi o momento decisivo de viragem de um Estado arcaico e dependente e o início do processo de transição do regime oligárquico para uma democracia de massas que só veio a florescer, definitivamente, em 25 de Abril de 1974.
No percurso, o visitante é convidado a acompanhar o triunfo da ideia republicana, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra, a vida política, social, cultural e artística deste período até à Ditadura Militar imposta a partir do golpe de 28 de Maio de 1926 e o movimento de resistência à implantação do Estado Novo, corporativo e anti-democrático.
Esta exposição é dedicada ao público em geral e à população jovem em particular, integrando uma componente lúdica, mas também pedagógica, recorrendo a meios tecnológicos representativos das transformações e evoluções do último século.
Um século depois do 5 de Outubro é tempo de reflectir sobre a herança cívica, democrática e cultural deixada pelos pioneiros republicanos e depois cimentada por décadas de luta e resistência, até ao seu pleno florescimento e maturação.
Para agendamento de visitas guiadas enviar email para:marcarvisitas@centenariorepublica.pt
Biblioteca Joanina na universidade de Coimbra,um lugar magico.
Um excelente hotel.Vila batalha, um hotel organizado com inúmeros cantos acolhedores de leitura ,com livros espalhados por todo o edifício.
Pela direita tropas de Castela ,pela esquerda tropas Portuguesas com o celebre quadrado de Nuno Alvares Pereira.
Hotel Palace da Cúria ,jóia dos anos 20 . A Belle Époque em todo o seu explendor, um banho de Arte Nova




