segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Kipling
Romancista, contista, cronista, jornalista e poeta inglês; nasceu na Índia, em 1865, foi educado por pais adotivos e estudou em um internato na Inglaterra, retornando mais tarde à terra natal como jornalista (1882-9).
Entre suas coletâneas de artigos e poemas está "Simples Contos das Colinas" (1888), que descreve os costumes de indianos e ingleses. Muitos de seus contos revelam preocupação com a crueldade e o sobrenatural. São conhecidos seus contos que mostram os costumes indianos e o choque de cultura com o Império Britânico, como em "O Homem que Queria ser Rei" e seus contos sobrenaturais, como em "Minha Própria História de Fantasmas".
Considerado 'o poeta do Império', seus conceitos se refletiram em poemas bastante conhecidos, como "Mandalay", "Gunga Din" e "Se". Grande parte da sua melhor poesia aparece em " As Baladas da Caserna", publicado em 1892. As obras infantis Stalky & Co. (1899); os dois Livros da Selva (1894), sobre Mowgli, um menino criado entre lobos; "Just so Stories" (1902) e "Puck of Pook's Hill" (1906) continuam populares, bem como sua obra-prima "Kim" (1901), sobre as aventuras de um garoto inglês órfão entre os povos e costumes do noroeste da Índia.
Romancista, contista, cronista, jornalista e poeta inglês; nasceu na Índia, em 1865, foi educado por pais adotivos e estudou em um internato na Inglaterra, retornando mais tarde à terra natal como jornalista (1882-9).
Entre suas coletâneas de artigos e poemas está "Simples Contos das Colinas" (1888), que descreve os costumes de indianos e ingleses. Muitos de seus contos revelam preocupação com a crueldade e o sobrenatural. São conhecidos seus contos que mostram os costumes indianos e o choque de cultura com o Império Britânico, como em "O Homem que Queria ser Rei" e seus contos sobrenaturais, como em "Minha Própria História de Fantasmas".
Considerado 'o poeta do Império', seus conceitos se refletiram em poemas bastante conhecidos, como "Mandalay", "Gunga Din" e "Se". Grande parte da sua melhor poesia aparece em " As Baladas da Caserna", publicado em 1892. As obras infantis Stalky & Co. (1899); os dois Livros da Selva (1894), sobre Mowgli, um menino criado entre lobos; "Just so Stories" (1902) e "Puck of Pook's Hill" (1906) continuam populares, bem como sua obra-prima "Kim" (1901), sobre as aventuras de um garoto inglês órfão entre os povos e costumes do noroeste da Índia.
Sua produção jornalística incluí crônicas sobre as guerras européias, relatos de viagens, e cartas pessoais, destacando-se "Notas Americanas" e "Crônicas do Brasil", este último publicado postumamente.
Foi o primeiro inglês a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1907. Após a Primeira Guerra Mundial, sua produção literária diminui em virtude do trauma da perda de seu filho neste conflito. Falece em 1936, estando enterrado no Canto dos Poetas da Abadia de Westminster em Londres. Sua produção jornalística incluí crônicas sobre as guerras européias, relatos de viagens, e cartas pessoais, destacando-se "Notas Americanas" e "Crônicas do Brasil", este último publicado postumamente.
Foi o primeiro inglês a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1907. Após a Primeira Guerra Mundial, sua produção literária diminui em virtude do trauma da perda de seu filho neste conflito. Falece em 1936, estando enterrado no Canto dos Poetas da Abadia de Westminster em Londres.
O Tambor de Gunter Grass
O Tambor - Gunter Grass
“O Tambor” é a história de Óscar, um jovem que a vida fez anão, disforme e desprezado, na cidade de Danzig, a moderna Gdansk. Óscar, internado num hospital psiquiátrico após a segunda guerra mundial narra a história da sua vida, desde o nascimento no meio rural da Alemanha dos anos 20, até que a loucura da humanidade se confunda com a dele próprio e o encerre com os grilhões da normalidade. Nesse cárcere final Óscar revive o passado como se fosse o tambor a contar-lhe a história; na verdade, ele confunde-se com o próprio tambor que o acompanhou durante toda a existência. Ao longo da obra, Grass coloca várias vezes o tambor a falar na primeira pessoa, confundindo-se ele próprio com o personagem principal.
À medida que Óscar vai tocando tambor, vai-se apercebendo que ele se torna um instrumento de poder, como a flauta de Hemlin. É ele que faz o povo chorar, como a cebola que se descasca. É a ele que o povo segue, como os ratos seguem o flautista. É a sátira ao poder mas, principalmente à fraqueza de espírito de um povo despersonalizado, anónimo e apático. É a crítica à indiferença do cidadão comum perante as atrocidades da guerra. Óscar simboliza essa massa anónima que “toca tambor” enquanto a matança prossegue.
Óscar é um personagem frio, completamente imune a qualquer sentimento, exptuando o amor pela mãe. Pormenor marcante da narrativa: Óscar entrega o pai adoptivo, bem como o pai verdadeiro às tropas nazis sem qualquer piedade. A sua aparente loucura não é mais do que uma estratégia de sobrevivência.
Num mundo marcado por uma guerra em que se matam freiras que se confundem com franceses, e que perante as atrocidades de Hitler um povo toca tambor, o surreal emerge da superfície real das coisas. E a vida sobrevive, o sentido das coisas passa apenas por aquilo que está “à mão”, nada mais interessa; nem a Pátria, nem a família nem qualquer Deus. Tudo vive ao ritmo do tambor.
Ao longo de toda a obra, Grass deixa bem vincada a sua mordacidade, a sua escrita quase cínica, em busca do grotesco que emerge da vida. Toda a realidade se confunde com o grotesco e o fantástico, sem nunca sair da mais banal sobrevivência quotidiana. Por todo o lado, o sofrimento, mas um sofrimento normal, habitual, como se a vida não tivesse sentido sem esse sofrer. Nem que seja preciso descascar cebolas para chorar ou maltratar uma mulher para a amar. O sofrimento caminha sempre lado a lado com a vida e a felicidade. Publicada por Manuel Cardoso
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
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