quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Jazz para o Projecto 12-15



Alunos do Projecto 12-15 tomam contacto com a Oficina de Jazz que decorreu hoje nos Recreios Artísticos da Amadora.
Este evento organizado pela cantora Maria Morbey e pelo guitarrista José Soares está integrado no Primeiro Ciclo de Jazz da Amadora que está a decorrer.
Os jovens tomaram conhecimento e participaram nos diversos ritmos deste universo, e colaboraram em algumas histórias daquela que é considerada a musica mais criativa do mundo.
Parabéns à C M A , parabéns aos músicos e muito especialmente aos alunos.

Sons da Gente no Festival Saberes e Sabores.



Os Sons da Gente actuaram na passada sexta- feira no Festival Saberes e Sabores em Corrois.

(Texto de apresentação)
O Projecto Sons da Gente foi concebido a pensar na recriação de alguns temas que fazem parte do património da música popular portuguesa e na composição de temas que nasceram através das vivências, influências e personalidade dos músicos que o compõem.
O património musical português é extenso, e nele se encontram composições que resistiram ao tempo e que sempre que são revisitadas soam a uma agradável novidade. Muitas dessas músicas tiveram diversas tentativas para serem silenciadas, mas a sua espinha dorsal e a sua estrutura são tão fortes, que ao entrarem no imaginário do povo tornam-se em pertença desse mesmo povo e por isso mesmo resistentes a tudo e a todos.
São algumas dessas músicas que hoje vamos aqui ouvir. Uma música com uma abordagem original e um discurso musical singular.
O percurso dos Sons da Gente tem sido feito através da realização de espectáculos no pais e no estrangeiro, tendo o seu momento mais marcante nos espectáculos realizados no Cyti of London Festival no passado mês de Junho em Londres. Trata-se de um festival onde convivem musicas e músicos de todo o mundo, e onde as vivencias e o intercambio cultural são momentos irrepetíveis.
Senhoras e senhores é com prazer que vos apresento os elementos do grupo Sons da Gente.


Vítor Paulo: Guitarras e Voz
Luís Maravilha: Baixo e Voz
Jorge Costa: Saxofones e Flauta
João Silva: Bateria, Voz e Percussão
Carlos Sanches: Guitarra Portuguesa

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A substituição do silêncio e o nevoeiro.



7.45 da manhã de ontem, a Escola está envolvida num belo, denso e silencioso nevoeiro ,esperando que os primeiros alunos cheguem .Lentamente a imensa calma irá ser substituído pelas gritarias e conversas próprias do dia-a-dia escolar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Parabens Júlio Verne



Hoje comemora-se o centésimo octogésimo segundo aniversário do nascimento do colosso da literatura mundial JÚLIO VERNE!

É verdade. Foi há precisamente 182 anos que o escritor mais lido e traduzido do século XIX veio ao mundo, na cidade francesa de Nantes. Um acontecimento aparentemente igual a tantos outros, mas que viria a alterar profundamente a história da literatura e da própria humanidade!


JúlioVerne: um escritor visionário que antecipou os avanços da tecnologia do século XX
As suas obras, que relatam extraordinárias histórias de aventura, viagens, mistério e ficção científica, são simplesmente magníficas pela forma como conseguem cativar o leitor desde o primeiro contacto com o livro, através de uma mistura de ingredientes que as torna espectacularmente interessantes. Enredos incrivelmente bem estruturados, com intrigas que revelam uma imaginação prodigiosa, mas ao mesmo tempo perfeitamente inseridos na realidade espacial e temporal, com descrições detalhadas dos ambientes envolventes e todo um conjunto de dados históricos, geográficos e sobretudo científicos, fazem das histórias de Júlio Verne autênticas pérolas literárias, que cumprem distintamente todas as funções que a obra mais erudita pode ter.

Cada obra tem o seu encanto próprio. Cada história aborda um tema específico, debruçando-se sobre determinados assuntos. Cada livro é uma nova aventura, uma viagem à descoberta do mundo maravilhoso de Verne. Mas os vários títulos que compõem a obra de Júlio Verne são complementares um em relação aos outros, formando um conjunto muito vasto e abrangente.

Apesar de terem sido escritas no século XIX, mantêm o seu carácter actual e continuam a fazer as delícias de muitos leitores em todo o mundo. Acessível a todos os leitores, de todas as classes etárias, inclusivamente com diferentes preferências literárias, Verne proporcionou à humanidade um universo fantástico que deve ser aproveitado.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pão no chão é que não.







Realizou-se na passada segunda feira mais uma Assembleia Geral de Orientação no Projecto 12-15.

Alunos, director, professores, formadores, mediadores e psicólogo debateram os problemas que afectam o dia-a-dia deste projecto. O debate ficou mais aceso quando se debateu o respeito que temos que ter pelo lanche que a Escola oferece diariamente.

Yoshihito Toyotomi







Fotos da visita da comitiva japonesa ISC - Yoshihito Toyotomi no passado dia 25 de Janeiro ao pólo da Reboleira da Escola Intercultural da Amadora.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Joshua Redman um nome a fixar


O talentoso saxofonista-tenor Redman, foi influenciado pelo estilo de Red Holloway e Gene Ammons. Nascido em primeiro de fevereiro de 1969 em Berkeley, California e filho do grande saxofonista tenor Dewey Redman.

Joshua se formou em Harvard e depois da dúvida sobre seguir a carreira de médico, sentiu-se impelido a estudar direito em Yale.

No entanto, Redman ao ganhar o primeiro lugar em 1991 no Concurso Thelonious Monk, foi convidado a assinar um contrato de gravação com a Warner Bros., logo aparecendo na capa das grandes publicações de jazz.

Pat Metheny fez uma participação em um dos seus álbuns e apesar de Redman ter feito constante sucesso excursionando com seu grupo, é uma pena que seu período de aprendizado como um sideman tenha sido tão breve.

Em 1996, Joshua Redman gravou e saiu em uma pequena turnê com o sexteto de Chick Corea, "Tribute do Bud Powell". Logo em seguida lançou seu álbum solo "Timeless Tales" (for Changing Times) em 1998. Dois anos depois ele retorna com o álbum "Beyond".

"Passage of Time" foi lançado no começo de 2001, sendo seguido por uma longa excursão pelos EUA. No ano seguinte, "Elastic", uma obra que reflete seu caráter mais aventureiro, colocando nesse álbum suas influências da eletrônica e do rock experimental.

Liberdade


    LIBERDADE

    Ai que prazer
    não cumprir um dever.
    Ter um livro para ler
    e não o fazer!
    Ler é maçada,
    estudar é nada.
    O sol doira sem literatura.
    O rio corre bem ou mal,
    sem edição original.
    E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
    como tem tempo, não tem pressa...

    Livros são papéis pintados com tinta.
    Estudar é uma coisa em que está indistinta
    A distinção entre nada e coisa nenhuma.

    Quanto melhor é quando há bruma.
    Esperar por D. Sebastião,
    Quer venha ou não!

    Grande é a poesia, a bondade e as danças...
    Mas o melhor do mundo são as crianças,
    Flores, música, o luar, e o sol que peca
    Só quando, em vez de criar, seca.

    E mais do que isto
    É Jesus Cristo,
    Que não sabia nada de finanças,
    Nem consta que tivesse biblioteca...

    Fernando Pessoa


A Pousada da Jamaica de Du Maurier


Uma historia que me marcou

A Pou­sada da Jamaica é uma obra-​prima do romance de mis­té­rio, que se passa na Cor­nu­a­lha no ano de 1820. Mary Yel­lan, uma jovem de vinte e três anos, vê-​se obri­gada, após a morte da mãe, a ir viver com uma tia num local ermo e iso­lado onde esta, jun­ta­mente com o marido, explora a Pou­sada da Jamaica. Mas Joss Marlyn, o marido da tia Pati­ence, é um homem obs­curo e vio­lento, e uma atmos­fera ame­a­ça­dora e sinis­tra envolve aquele lugar.
Sus­pense, pai­xão e aven­tura numa obra reve­la­dora da capa­ci­dade única de Du Mau­rier para cap­tar o espí­rito per­tur­ba­dor, quase sobre­na­tu­ral, dos locais que elege como cená­rio dos seus roman­ces.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Contrabaixo


Um dos instrumentos que mais aprecio é o contrabaixo, e foi um prazer no passado Sábado deambular pelo universo rítmico com a sonoridade deste instrumento executado pelo meu amigo Nando que está neste momento em Portugal, mas que tem estado em Moçambique a montar a Escola de Jazz do Maputo.

Um prazer enorme

Sophia de Mello Breyner Andresen - Porque

Porque

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

..
“No Tempo Dividido e Mar Novo”, Edições Salamandra, 1985