segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A mão contra a mente.




Invenção fenomenológica e espontânea do automatismo que nos remete para uma representação caligráfica do inconsciente. Nunca é demais realçar a coragem, por vezes a loucura feliz de se ser total no despojamento. O conflito é constante, a simbologia é dilacerada pelo imediatismo do gesto, a mão contra a mente, a elevação do tempo contra a inquietude dos dias.


A expressão artística de João Silva faz parte de todos nós.


É aquela comichão nas costas, aquela onde as mãos não chegam.


Rodrigo Dias
2001

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